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  • 17 Apr, 2026

A COP30 em Belém enfrenta críticas sobre preços de hospedagem e a posição de Trump, enquanto o Brasil se prepara para um debate climático crucial.

A COP30, que ocorrerá em Belém em novembro deste ano, enfrenta críticas de negacionistas e opositores. Recentemente, os altos preços de hospedagem e os questionamentos sobre a realização do evento no Brasil, sob a administração do presidente norte-americano Donald Trump, têm gerado controvérsias.

Embora haja preocupações sobre os preços elevados, é difícil acreditar que uma outra capital sediando a conferência teria valores significativamente mais baixos. Além disso, as críticas de Trump costumam se limitar a adjetivos como "terrível" e "maravilhoso", sem aprofundar sua análise sobre a situação no Brasil.

Entretanto, não há risco de intervenção dos EUA no Brasil. Na verdade, o governo brasileiro poderá usar essa situação para posicionar-se defensivamente e proteger setores afetados pelas políticas tarifárias de Trump. O embate traz à tona um fortalecimento do Brasil, em contraste com as críticas que o bolsonarismo recebeu na Câmara Federal e no Senado recentemente.

A três meses do evento, a discussão não é mais se a conferência será realizada, mas como a postura de Trump afetará a objetividade das negociações climáticas, dado que opositores a regulamentações ambientais são capazes de adotar ações extremas.

No cenário político local, os candidatos ao governo enfrentam dificuldades em formar candidaturas competitivas para a Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados. O vice-governador Sérgio Gonçalves, representando o União Brasil, parece ter uma vantagem nesse aspecto, já que também conta com apoio do atual governador, Marcos Rocha, que já detém um candidato ao Senado e nominatas estruturadas.

Por outro lado, ex-prefeito Hildon Chaves (PSDB) e o deputado Fernando Máximo enfrentam desafios para se firmar no cenário político. A caravana de partidos de esquerda e centro, liderada pelo senador Confúcio Moura (MDB), também se organiza, buscando fortalecer suas nominatas para as eleições.

No campo das alianças, a chamada "fogueira de vaidades" tem atrapalhado a união entre os candidatos. Muitas vezes, a proposta de um candidato se tornar vice é recebida com ofensas e descontentamento, dificultando a formação de parcerias. A história política de Rondônia mostra que, nos últimos anos, candidatos a vice têm sido geralmente pessoas do chamado "baixo clero".

Histórias de vices que tomaram posse ao governo, como João Cahula e Daniel Pereira, não tiveram sucesso, e expressões como "vice de peso" tornaram-se raras ao longo do tempo. Agora, Sérgio Gonçalves já se prepara para assumir um papel de destaque na política local.

Observa-se uma grave decadência na representação de Rondônia no Congresso Nacional, marcada por escândalos e a ascensão de políticos despreparados. Recentemente, a cópia da liderança de Eurípedes Lebrão e a chegada de figuras como o deputado Rafael Bento têm gerado preocupações sobre o futuro político do estado.

Além disso, as mulheres enfrentam dificuldades para manter a representatividade no Congresso, com algumas como a deputada Silvia Cristina movimentando-se para o Senado, enquanto outras mostram sinais de fragilidade nas próximas eleições. Assim, a responsabilidade recai sobre novas figuras, como ex-deputadas e atuais deputadas estaduais, para reverter essa situação.

Por fim, a violência doméstica em Rondônia tem crescido, atribuída ao álcool e drogas que exacerbam conflitos familiares. A capital Porto Velho é uma das cidades que apresenta altas estatísticas de feminicídios. Além disso, os deslizamentos de terra aumentaram em várias localidades, e casos de desvio de recursos públicos se tornaram frequentes.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo