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  • 18 Apr, 2026

A manipulação política internacional visa o controle das terras raras no Brasil, enquanto as candidaturas ao governo de Rondônia se intensificam com novas estratégias eleitorais.

Manipulações políticas têm gerado uma percepção distorcida sobre as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump ao Brasil, sugerindo que isso seria uma resposta a interesses do deputado Eduardo Bolsonaro. No entanto, a realidade é que Trump costuma pressionar governos ao redor do mundo em busca de vantagens, utilizando medidas econômicas agressivas.

A elevada tarifa não encontra justificativa clara, dado que os Estados Unidos já se beneficiam de um comércio favorável com o Brasil. Além disso, a suposta intenção de libertar o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso, não é a principal motivação. A liberdade de Bolsonaro pode estar ligada a uma deterioração de sua saúde, semelhante à situação do ex-presidente Fernando Collor, em vez de qualquer tipo de mobilização política.

Os Estados Unidos, em sua estratégia política, visam garantir acesso às ricas reservas de terras raras do Brasil, localizadas em várias partes da Amazônia. Com o aumento das tensões com a China, Trump busca alternativas para suprir sua demanda por minerais essenciais, colocando o Brasil em uma posição de interesse.

Em uma esfera mais local, o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, está se posicionando como candidato ao governo de Rondônia. Sua atuação à frente da Associação Rondoniense de Municípios envolve apoio a prefeitos de diferentes partidos, utilizando sua experiência para facilitar a liberação de recursos federais e demonstrar sua viabilidade como candidato à administração estadual.

Enquanto isso, o ex-governador Ivo Cassol aguarda a sanção de um projeto de lei que o tornaria elegível novamente, o que pode modificar o cenário político em Rondônia. Sua presença na corrida eleitoral pode induzir desistências entre outros concorrentes, como o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, e o senador Marcos Rogério, que têm suas bases políticas afetadas por essa potencial candidatura.

A lista de possíveis candidatos ao governo de Rondônia inclui outros nomes, como o vice-governador Sergio Gonçalves e o deputado Fernando Máximo, que está se distanciando do União Brasil. Hildon Chaves continua sua corrida, assim como o senador Confúcio Moura. A fragmentação das candidaturas em Porto Velho pode favorecer Cassol, que já possui um eleitorado consolidado no interior do estado.

Cassol, se efetivamente concorrer, poderá decidir sua principal rivalidade. Para evitar conflitos com candidatos alinhados à direita, ele poderia dirigir sua estratégia de ataque para desafiar Confúcio Moura, que representa a esquerda na disputa. Dessa maneira, os debates poderiam se transformar em um embate intenso, dado o histórico entre os dois.

Se senadores como Confúcio Moura e Fernando Máximo decidirem não avançar na corrida ao governo, a disputa pelo Senado em Rondônia poderá se intensificar, envolvendo diversos postulantes, incluindo nomes como Acir Gurgacz e Silvia Cristina. Isso pode resultar em uma fragmentação dos votos, especialmente nas regiões centrais do estado, criando dificuldades para os eleitores em escolher seus candidatos.

Nos corredores da política, o senador Marcos Rogério já se posiciona como candidato ao governo, liberado agora de restrições após a condenação de Jair Bolsonaro. Por sua vez, o ex-senador Valdir Raupp está iniciando movimentações para uma candidatura à Câmara dos Deputados, enquanto Lucio Mosquini estuda a possibilidade de mudar de partido para o Republicanos na próxima janela partidária.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo