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  • 18 Apr, 2026

Pesquisadores alertam sobre a possível expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, em decorrência das mudanças climáticas na Amazônia.

As consequências das mudanças climáticas, previstas por ambientalistas há cinquenta anos, já se manifestam, como o agravamento de secas e alagações. Apesar de algumas vozes ainda defenderem a revogação de leis permissivas, a narrativa predominante entre os governos é que essas permissões impulsionam o progresso, com a crença de que a legislação e os mecanismos de segurança podem conter excessos e crimes ambientais.

A possibilidade de preservar totalmente a floresta foi abandonada em favor de um aproveitamento pragmático de seus recursos. A alternativa disponível agora é aprimorar a fiscalização e punir crimes ambientais, além de enfrentar e prevenir desastres. Um aspecto de preocupação central, especialmente para a saúde pública, é a pesquisa de equipes de universidades como a Federal do Mato Grosso e a Universidade de Bristol, que alerta sobre a expansão dos barbeiros, que transmitem a Doença de Chagas, devido ao aquecimento global e suas implicações.

Paralelamente, a saúde pública ganha destaque entre os deputados estaduais que questionam o secretário de Saúde, Jeferson Rocha, sobre a crise na área. A situação crítica do Pronto Socorro João Paulo II, com pacientes em corredores, e os atrasos na construção do Hospital Heuro, que se arrastam por mais de cinco anos, foram notados. Rocha comprometeu-se a melhorar o atendimento à população.

A insegurança em Porto Velho se agrava com o aumento da criminalidade, que abrange desde o narcotráfico até o roubo de fiação elétrica. Um exemplo recente foi o furto de fiação da recém-inaugurada Praça Marise Castiel em menos de 24 horas. As autoridades locais enfrentam dificuldades, com infratores sendo rapidamente liberados após prisões, o que resgata memórias das recompensas oferecidas para capturar ladrões de fiação.

Por outro lado, o clima político se mostra instável, com o prefeito Leo Moraes inaugurando a Praça Marise Castiel ao lado da ex-deputada federal, que influenciou a destinação de recursos para a obra. O evento, que simboliza a aproximação política, ocorre após um acirrado confronto eleitoral no ano anterior.

No contexto da cidade, Leo Moraes inicia a preparação para os 111 anos de emancipação de Porto Velho, planejando uma agenda diversificada de celebrações. Politicamente, ele alcança um equilíbrio na câmara, superando adversidades anteriores, embora se aproxime de novos desafios com a expectativa das chuvas que frequentemente inundam a cidade.

O coronel Vital, secretário de segurança pública de Rondônia, alerta sobre o aumento do crime organizado, especialmente em áreas de fronteira, após a inauguração da ponte binacional entre Brasil e Bolívia. Ele enfatiza que a segurança na fronteira é uma responsabilidade do governo federal, e destaca a necessidade de preparo para as novas circunstâncias na região.

O coronel também mencionou a formação de um corredor de drogas pela rodovia que conecta a fronteira a Porto Velho, o que contribui para o aumento da criminalidade, especialmente nas cidades de Guajará Mirim e Porto Velho. Nos últimos anos, o Vale do Guaporé também observou um incremento nas ações de cartéis de drogas.

Por fim, Breno Mendes, vereador de Porto Velho, ganhou notoriedade ao mudar seu apoio do ex-prefeito Hildon Chaves para o atual prefeito Leo Moraes. Atuando como líder do prefeito, Mendes passa a defender a atual gestão, embora rumores sugiram que essa mudança de postura pode estar ligada a benefícios pessoais.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo