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  • 18 Apr, 2026

A desigualdade no saneamento básico no Brasil é alarmante, com nove das vinte cidades com os piores índices localizadas na Amazônia, incluindo Belém.

Desde o final de 2023, com a confirmação da COP30 em Belém, surgem preocupações sobre a imagem do Brasil diante do evento internacional. Um dos pontos críticos é a revelação de que nove das vinte cidades brasileiras com os piores índices de saneamento básico estão localizadas na Amazônia.

O Instituto Trata Brasil destaca que cidades como Belém, onde políticos possuem uma postura confiante, apresentam dados alarmantes sobre o saneamento. Mais do que apenas identificar os problemas, é fundamental discutir a polarização política atual, que envolve líderes acusados de crimes e manipulação da mídia.

O saneamento básico deve ser uma prioridade nacional, considerando que a pobreza persiste enquanto o acesso a água limpa e a tratamento de esgoto não for devidamente abordado. O Novo Marco Legal do Saneamento estabelece metas que incluem atendimento de água a 99% da população e tratamento de esgoto para 80%.

Com a pressão dos Estados Unidos sobre o Brasil, é crucial unir esforços para enfrentar a escassez de água, que afeta mais de 15% da população, e o sistema de esgoto, que apresenta deficiências para quase metade dos brasileiros.

Em relação ao cenário político em Rondônia, o ex-governador Ivo Cassol, recentemente condenado, não disputará as eleições ao governo do estado. Cassol agora deve apoiar outros candidatos ao Senado e o governo, facilitando a definição dos pré-candidatos para a próxima corrida eleitoral, que inclui nomes como Sergio Gonçalves, Marcos Rogério e Confúcio Moura.

A lista de possíveis sucessores do atual governador Marcos Rocha também se expande com a inclusão do deputado estadual Alex Redano, que está intensificando seu trabalho nos bastidores. Redano é bem avaliado nas pesquisas e tem se aproximado de aliados do governador.

A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de incluir as hidrovias do Rio Madeira, Rio Tapajós e Rio Tocantins no Plano Nacional de Privatização gerou reações entre os políticos da Amazônia. Parlamentares das bancadas do Amazonas, Pará e Rondônia estão se unindo contra a privatização, temendo custos adicionais para a navegação na região.

Informações de empresários revelam que a dragagem de rios na Amazônia se tornou uma prática comum e lucrativa, muitas vezes marcada por baixa fiscalização e fraudes, colocando um desafio para o controle governamental.

A construção da ponte binacional sobre o Rio Mamoré, que ligará Brasil e Bolívia, é vista como uma oportunidade significativa de gerar empregos. A obra foi comparada ao impacto das usinas de Santo Antônio e Jirau, e a expectativa é que os benefícios econômicos também cheguem a Nova Mamoré.

Entretanto, após a conclusão das usinas, Porto Velho enfrenta dificuldades como desvalorização imobiliária e problemas de infraestrutura que precisam ser resolvidos. O crescimento demográfico impulsionado pelas usinas deixou consequências que ainda exigem atenção das autoridades.

Por fim, observa-se que o movimento bolsonarista tem perdido força em Rondônia e no Acre, refletindo uma potencial mudança do cenário político que pode beneficiar a esquerda nas próximas eleições. No âmbito comercial, redes de farmácias estão em crescente competição em Porto Velho, caracterizando um novo ambiente de concorrência.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo