Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
Carregando...
A proximidade da COP30 levanta expectativas sobre avanços ambientais, mas também preocupa com possíveis desdobramentos de tensões políticas, especialmente com o ex-presidente Trump.
Com a aproximação da COP30, que ocorrerá em novembro, duas expectativas principais estão sendo discutidas: os potenciais avanços que o evento pode trazer e o risco de uma possível deterioração da situação, especialmente devido a possíveis provocações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O sucesso do evento dependerá das ações que estão sendo realizadas neste momento.
Nesse sentido, foi entregue à diretora executiva da COP30, Ana Toni, uma carta com recomendações para aumentar o financiamento voltado à Amazônia, assinada por um conjunto de organizações e especialistas. Esta proposta busca pressionar o governo brasileiro, que atualmente vive um cenário de diminuição do poder político, em comparação com o que era durante o primeiro governo Lula.
A busca por mais iniciativas em prol do meio ambiente por parte do governo mostra-se uma tarefa desafiadora. A questão parece não residir apenas na criação de novas legislações, mas sim na implementação efetiva das normas já existentes. A reflexão do orador ateniense Isócrates, em sua obra Areopagítico, sugere que um excesso de leis indica má gestão e que uma sociedade educada poderia dispensar muitas delas. Contudo, se Isócrates conhecesse o cenário atual, possivelmente teria uma visão diferente.
No cenário político de Rondônia, os ex-governadores Ivo Cassol (PP) e Acir Gurgacz (PDT) estão se preparando para as eleições de 2026 após a superação da inelegibilidade. Cassol já anunciou o comunicador Everton Leoni como seu candidato a vice-governador e está buscando alianças para o Senado, enquanto Gurgacz mantém controle sobre o PDT e tem a liberdade para se candidatar ao Senado.
As primeiras pesquisas eleitorais já revelam resultados diversos, principalmente devido ao viés de contratação das pesquisas que muitas vezes visam atender os interesses dos financiadores. Essa situação gera discrepâncias significativas nos índices de popularidade, com políticos sendo capazes de apresentar números irrealistas.
No entanto, a trama política não é desprovida de traições. O deputado federal Fernando Máximo, que liderava nas pesquisas para a prefeitura de Porto Velho, foi superado por uma estratégia combinada que favoreceu a candidatura do União Brasil, resultando na vitória de Leo Moraes (Podemos). Máximo foi retirado do caminho, e agora um novo golpe político acontece, atingindo o ex-prefeito Hildon Chaves (PSDB).
Vários pré-candidatos já iniciaram campanhas para conquistar o eleitorado para as eleições do próximo ano. Nomes como o ex-senador Amir Lando, os ex-prefeitos Roberto Sobrinho e Esaú Fonseca, e os atuais deputados Ezequiel Neiva de Carvalho e Cristiane Lopes estão entre os que buscam apoio.
Há também especulações sobre a candidatura do coronel Braguim ao governo do estado, cuja concretização dependeria de acordos políticos com o atual governador Marcos Rocha. Entretanto, as negociações internas indicam que a possibilidade de Braguim ser candidato a vice é considerada, mas também atualmente descartada.
Com a condenação iminente do ex-presidente Jair Bolsonaro, os candidatos em todo o Brasil que se alinharam a ele começam a se distanciar, vislumbrando um futuro político independente. No estado de Rondônia, a situação política se torna mais dinâmica, e os candidatos ao governo começam a se reposicionar sem a influência de Bolsonaro, incluindo Marcos Rogério, que emerge como um novo favorito após a condenação do ex-presidente.
A influência do ex-presidente também tende a reduzir nas eleições estaduais, permitindo que pré-candidatos como Marcos Rocha e Silvia Cristina atuem de forma mais independente. A nova configuração política em Rondônia é um reflexo das recentes decisões judiciais, que fazem o jogo político se alterar constantemente.
O União Brasil se uniu ao PP, formando a União Progressista, com Sergio Gonçalves (União Brasil) como pré-candidato ao governo. No entanto, a liberação de Ivo Cassol pode modificar essa dinâmica, visto que muitas lideranças preferem a candidatura dele para disputar o cargo de governador.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
Rosangela Donadon protocolou ao DER pedido de patrolamento e encascalhamento em 35,35 km da RO-445, em Vilhena, para restaurar trafegabilidade e segurança.
Governo de Rondônia recupera Linha 67 até Rio Pardo após indicação de Alan Queiroz; DER executa patrolamento, cascalhamento e drenagem, melhorando tráfego.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.