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O Cemitério Municipal de Vilhena enfrenta saturação, utilizando práticas questionáveis para novos sepultamentos, gerando preocupações legais e sanitárias.
O Cemitério Municipal de Vilhena, situado na cidade de Vilhena, enfrenta uma crise de espaço, com mais de 10.000 sepulturas e sem critérios adequados para novos enterros. A situação se agravou desde 2020, levando a administração local a adotar medidas improvisadas para realizar os sepultamentos, que ocorrem em média duas vezes por dia.
Segundo os responsáveis pela gestão do cemitério, novos enterros estão sendo feitos em lugares improvisados, como entre sepulturas existentes e em ruas internas. Além disso, sepulturas mais antigas estão sendo reutilizadas, onde os restos mortais são retirados e armazenados em sacos, alguns deles sem identificação em uma sala que carece de um ossário apropriado.
Pedro Rocha, coordenador do cemitério, afirmou que a remoção de restos mortais é feita com respeito, mas reconheceu que as famílias não têm sido informadas previamente. Ele explicou que sepulturas consideradas “abandonadas” são reutilizadas, e apenas os restos identificados recebem etiquetas. Com isso, as famílias podem ser deixadas na incerteza quanto à situação de seus entes queridos.
A visita da reportagem não permitiu verificar as condições da sala de armazenamento dos restos mortais, mas ficou claro que o cemitério não possui um ossário adequado. Rocha reconheceu a saturação do local e enfatizou a urgência na construção de um novo cemitério em Vilhena.
Legalmente, a legislação brasileira estipula que a exumação sem o conhecimento da família pode ser considerada um crime. As regras exigem notificação prévia dos responsáveis sobre a necessidade de exumação, um prazo mínimo de três anos após o sepultamento, e documentação formal que inclua a presença de autoridades sanitárias. Em casos onde a família não é localizada, os restos mortais devem ser transferidos para um ossuário geral, respeitando a necessidade de identificação.
Além das questões estruturais, o cemitério enfrenta desafios ambientais. Estudos recentes indicam que cemitérios no Brasil podem atuar como aterros, pois o líquido resultante da decomposição dos corpos pode contaminar solo e águas. A falta de uma legislação específica em Rondônia também agrava a situação, dificultando o controle das práticas de exumação e armazenamento de restos mortais.
Diante da saturação do Cemitério Municipal de Vilhena, a construção de um novo espaço, bem como a instalação de métodos alternativos como columbários e cremação, torna-se uma necessidade urgente. O atual modelo de utilização dos jazigos, sem comunicação às famílias e à falta de um processo documentado, levanta sérias preocupações sobre a dignidade dos falecidos e os direitos dos familiares.
Fonte da imagem: Rondoniaovivo
Fonte das informações: Idaron
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