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Lideranças do Baixo Madeira se reuniram para planejar ações preventivas contra cheias em 2026, visando proteger comunidades vulneráveis e fortalecer a resposta emergencial.
Na segunda-feira (5), lideranças dos distritos do Baixo Madeira e gestores municipais se reuniram para discutir preparativos diante da possibilidade de cheia em 2026. A 3ª Reunião Conjunta Intersetorial, organizada pela Prefeitura de Porto Velho, através da Superintendência Municipal da Defesa Civil, teve como foco o alinhamento de protocolos de socorro para as áreas ribeirinhas mais vulneráveis.
O prefeito de Porto Velho enfatizou a importância do trabalho conjunto para proteger a população. Ele destacou que a realidade climática atual exige ações contínuas e bem planejadas para minimizar os impactos e o sofrimento dos cidadãos.
Marcos Berti, superintendente da Defesa Civil, reiterou que a integração das equipes é crucial para fortalecer a capacidade de resposta do município. Ele ressaltou que a Defesa Civil deve operar de maneira integrada com todos os órgãos, garantindo um serviço eficiente e de qualidade caso as chuvas aumentem.
A Superintendência Municipal da Defesa Civil (SMDC), a Secretaria de Estado de Assistência Social (SEAS) e a Defesa Civil Estadual estão monitorando conjuntamente o cenário hidrometeorológico. Quando necessário, são organizados abrigos temporários e disponibilizados insumos de ajuda humanitária para atender a população afetada pelas cheias.
Os níveis dos rios são verificados diariamente. Em 6 de outubro, o rio Madeira, principal corpo d’água de Rondônia, estava com cota normal de 1.250 cm, segundo medições do Serviço Geológico Brasileiro na capital. Informações da Sala de Situação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM) indicam que o nível do rio se mantém ligeiramente abaixo da média histórica, mas apresenta tendência de elevação devido às chuvas nas cabeceiras dos rios na Bolívia.
Recentemente, os rios Beni e Piraí, que influenciam o rio Madeira, foram afetados por uma enxurrada que resultou na morte de mais de 20 pessoas. No entanto, até o momento, não há sinais de preocupação no lado brasileiro, embora as autoridades continuem a monitorar a situação.
A Lei Federal nº 12.608/2012 estabelece que a primeira resposta a eventos adversos deve ser do município. Em 2025, a Prefeitura já havia realizado a Operação S.O.S Ribeirinhos, que atendeu comunidades afetadas pela cheia do Madeira, coletou dados técnicos e formulou protocolos para o planejamento preventivo.
A Defesa Civil Estadual também participa das atividades de socorro e assistência por meio do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO). O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) deve apresentar seu prognóstico em 14 de outubro, permitindo uma análise mais detalhada do cenário hidrometeorológico.
A Prefeitura de Porto Velho reafirmou o compromisso de continuar monitorando as condições climáticas e de adotar as medidas necessárias para a proteção da população, principalmente nas áreas ribeirinhas e regiões mais vulneráveis às cheias.
Fonte da imagem: Rondoniaovivo
Fonte das informações: Idaron
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