Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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Estudo da USP revela que o desmatamento na Amazônia causa 74,5% da redução de chuvas e 16,5% do aumento da temperatura, um alerta para a COP30.
Nos últimos anos, climatologistas têm sido frequentemente chamados de catastrofistas devido às suas previsões sobre os efeitos nocivos do desmatamento na Amazônia. Uma pesquisa recente da Universidade de São Paulo revelou que o desmatamento é responsável por cerca de 74,5% da redução das chuvas e 16,5% do aumento da temperatura do bioma durante os meses secos. Esses dados serão apresentados na Conferência do Clima das Nações Unidas, a COP30, que ocorrerá em Belém em novembro. É a primeira vez que um estudo com esse enfoque quantifica os impactos da perda de vegetação e das mudanças climáticas na floresta.
Embora a devastação já tenha causado sérios problemas, como incêndios florestais que atingiram áreas de luxo na Califórnia em janeiro de 2025, causando prejuízos a várias celebridades, muitos ainda contestam a urgência das advertências climáticas.
Em relação à política local, têm surgido novas lideranças em Rondônia, especialmente na corrida eleitoral para 2026. O atual prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, figura como uma liderança emergente na disputa pelo governo estadual. No Vale do Jamari, o delegado Camargo, com viés bolsonarista, também busca uma vaga no Senado, predominando entre os eleitores do agronegócio na região de Ariquemes.
No cenário eleitoral, a influência de antigos políticos, conhecidos como caciques, parece estar diminuindo. O ex-senador Amir Lando e o ex-senador Ernandes Amorim enfrentam desafios nas eleições, com novas lideranças tomando espaço, como as lideranças regionais em Porto Velho e Ariquemes.
A construção civil em Porto Velho enfrenta uma retração, impulsionada por custos elevados de mão de obra, juros altos para aquisição de imóveis e uma queda na demanda do mercado. Esse setor, que foi um dos principais motores econômico da capital nos últimos anos, agora vê corretores reclamando da diminuição nas vendas.
Além disso, a situação da segurança pública se agrava com a expansão de facções criminosas em Porto Velho. Denúncias revelam que, em distritos da cidade, moradores que sofrem arrombamentos preferem buscar ajuda diretamente com os chefes locais das facções ao invés de recorrer à polícia, temendo retaliações dos traficantes.
No campo político, as divisões internas nas forças conservadoras e no MDB emergem como desafios para o pleito de 2026. O atual governador Marcos Rocha, ligado ao União Brasil, e senadores do PL, têm encontrado dificuldades em se reconciliar com lideranças rivais dentro do MDB, como o ex-senador Waldir Raupp e o atual senador Confúcio Moura.
Por fim, a política rondoniense vivencia seu ciclo de traições e alianças instáveis, como se pode observar nas recentes movimentações ao redor do vice-governador Sérgio Gonçalves. O fortalecimento de partidos como os Republicanos, com a possível adesão de deputados federais, promete agitar o cenário eleitoral em 2026, quando novos candidatos ao Senado e ao governo são esperados.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
```Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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