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  • 18 Apr, 2026

A recente descoberta da sururina-da-serra na Amazônia relembra o extinto dodô, levantando questões sobre a proteção de espécies ameaçadas.

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O pássaro dodô, da família dos pombos e que perdeu a capacidade de voar, foi considerado extinto há séculos, mas sua imagem prevalece na cultura popular, especialmente em obras como "Alice no País das Maravilhas". Recentemente, a descoberta da sururina-da-serra na Serra do Divisor gerou grande interesse, uma vez que suas características se assemelham à descrição do dodô, que nunca foi fotografado devido à invenção da fotografia ter ocorrido apenas no século XIX.

A sururina-da-serra, que pertence à mesma família do inhambu, não demonstra temor em relação aos seres humanos, assim como diversas outras espécies da fauna amazônica. No entanto, mesmo antes de ser oficialmente reconhecida pela ciência, essa ave já se encontra ameaçada de extinção.

Curiosamente, enquanto a sururina-da-serra era estudada, a Colossal Laboratories & Biosciences, uma startup de biotecnologia de Dallas, anunciou em 2023 um projeto para tentar ressuscitar o dodô. A bióloga Beth Shapiro conseguiu extrair informações genéticas detalhadas de restos de dodôs de cinco séculos, armazenados em um museu na Dinamarca. Apesar do interesse gerado por estas pesquisas, muitos especialistas argumentam que antes de trazer espécies extintas de volta à vida, é primordial focar na proteção das espécies atualmente ameaçadas, como a sururina-da-serra.

Diversos governadores da região amazônica já confirmaram a desincompatibilização em abril para concorrer ao Senado, entre eles Wilson Lima (Amazonas), Helder Barbalho (Pará) e Gladson Cameli (Acre). Enquanto isso, em Rondônia, o atual governador Marcos Rocha permanece em dúvida sobre suas intenções. Recentemente ele se transferiu para o PSD, onde assumiu o controle do partido e dos recursos eleitorais necessários para sua campanha, enquanto sua esposa, Luana Rocha, busca uma vaga na Câmara dos Deputados e seu irmão, Sandro Rocha, pleiteia uma cadeira na Assembleia Legislativa.

No cenário político de Rondônia, pelo menos dois possíveis candidatos ao governo contarão com o apoio de suas esposas nas eleições para a Câmara dos Deputados. Adailton Fúria (PSD) tentará eleger sua esposa Joliane Fúria, enquanto Hildon Chaves (PSDB) aposta na reeleição de sua mulher, a deputada estadual Ieda Chaves (UB), que teve uma votação expressiva nas últimas eleições. Outros candidatos, como o senador Marcos Rogério (PL) e Expedito Neto (PT), não contam com a participação de suas esposas na eleição.

Os clãs políticos em Rondônia frequentemente envolvem parentes em suas campanhas eleitorais. O ex-prefeito José Amauri, de Jaru, tem a candidatura de Cassia das Muletas à Assembleia Legislativa. O atual prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, tem seu irmão, Paulo Moraes Junior, disputando uma vaga a deputado estadual, enquanto Natan Donadon, em Vilhena, apresenta sua cunhada, Rosangela Donadon, buscando reeleição. As estratégias políticas também contam com suporte familiar, como é o caso da prefeita de Ariquemes, Carla Redano, cujo marido, Alex Redano, está concorrendo à Assembleia Legislativa.

Em Porto Velho, vereadores e secretários municipais estão em disputas acirradas por cargos na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. O clima de tensão é evidente, especialmente entre o prefeito Leo Moraes e sua vice, Magna, a qual tem preferência por uma cadeira na Assembleia Legislativa em vez da proposta de ser candidata a deputada federal. Os secretários de sua gestão também almejam vagas eleitorais, aumentando a competição interna.

Os temas de campanha em Rondônia repetem discussões anteriores, como a emancipação de distritos, um assunto que permanece estagnado na Câmara Federal, e a transposição de servidores estaduais para os quadros federais. Questões como essas geram esperanças renovadas entre os eleitores, já que há mais de três décadas se discute a emancipada de novas localidades como Extrema e Tarilândia.

Entre as questões administrativas, a mudança na concessionária de coleta de lixo em Porto Velho gerou insatisfação e novos conflitos. Em Rio Branco, a disputa entre vereadores e secretários municipais afeta a gestão do prefeito Tião Bocalon, que enfrenta pedidos de equiparação salarial. Além disso, a polêmica sobre a cobrança de pedágio na BR 364 levanta protestos populares e questões legais que devem ser resolvidas.

Fonte das informações: Rondoniaovivo