Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
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Em Rondônia, crises institucionais e disputas fragmentadas nas regiões prometem eleição acirrada em 2026, enquanto obras como Tabajara seguem paradas.
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Conflitos internos nos governos, no Congresso e na Justiça têm impedido a solução de problemas públicos e provocado desgaste da confiança democrática. No Legislativo, disputas e agressões entre parlamentares prejudicam o diálogo; no Judiciário, divisões internas e posturas midiáticas de magistrados também alimentam críticas.
Essas disfunções agravam a sensação de insuficiência diante de uma conjuntura nacional marcada por crises econômicas e aumento do custo de vida. O efeito é mais direto nos municípios: dos 5.569 municípios brasileiros, grande parte não consegue resolver os principais problemas locais, o que atinge diretamente a vida dos cidadãos, especialmente em regiões da Amazônia onde há municípios de grande extensão e responsabilidades metropolitanas.
No âmbito eleitoral de Rondônia, a disputa por vagas à Câmara dos Deputados promete ser acirrada. No Cone Sul Rondoniense, com Vilhena como polo e sete municípios do entorno, e na Zona da Mata, centrada em Rolim de Moura, clãs políticos se preparam para confrontos eleitorais intensos. Nestas áreas, o eleitorado é menor do que na região central do estado, o que pode influenciar estratégias e alianças.
Em Vilhena, a fragmentação do eleitorado pode dificultar candidaturas já conhecidas na cena evangélica, como a do ex-deputado federal Natan Donadon e do deputado estadual Ezequiel Neiva. A dispersão de votos tende a complicar a consolidação de lideranças locais.
As regiões de Cacoal e Rolim de Moura registram a maior fragmentação de candidaturas, com risco de deixar a Zona da Mata e a região cafeeira sem representação na Câmara. Entre os nomes colocados estão Joliene Fúria, esposa do candidato ao governo Adailton Fúria; a ex-deputada federal Jaqueline Cassol; o ex-senador Expedito Junior; e o ex-deputado federal Luís Claudio, além de outros potenciais postulantes para 2026.
Na capital, a disputa por duas cadeiras ao Senado está fragmentada. Candidaturas como a do deputado federal Fernando Máximo e da ex-deputada Xxxxxxx Xxxxxxxx (Republicanos) competem com a postulação do ex-secretário da Fazenda Luís Fernando, apoiado pelo governador Marcos Rocha, e com a articulação do ex-senador e ministro Amir Lando pelo MDB. Esse racha beneficia candidatos do interior, já que tende a reduzir diferenças entre postulantes da capital.
Pesquisas iniciais em estados vizinhos indicam cenários variados: no Acre, sondagens apontam favoritismo ao ex-governador Gladson Cameli e ao ex-senador Jorge Viana para as duas vagas ao Senado, representando correntes ideológicas distintas. Em Rondônia, o Partido dos Trabalhadores trabalha para reconquistar espaço, mirando emplacar deputados estaduais e um federal após derrotas sucessivas.
A Usina Hidrelétrica de Tabajara, projetada há mais de dez anos para Machadinho do Oeste, no Vale do Jamari, ainda não saiu do papel. Canteiros chegaram a ser montados e contratações iniciadas há três anos, mas o projeto foi interrompido por entraves ambientais e demandas indígenas. Para a região, voltada hoje à soja e à pecuária, a usina é vista como potencial redenção econômica, e a classe política local pretende retomar a defesa da obra em 2026.
Nos bastidores, há articulações para composição de chapas: cogitou-se o nome do empresário de comunicação Everton Leoni como possível vice na chapa de Adailton Fúria, com suposto apoio do governador Marcos Rocha; por outro lado, indicações para a vice de Marcos Rogério vêm sendo atribuídas ao ex-governador Ivo Cassol. As negociações seguem sem confirmações. Paralelamente, a temporada eleitoral registra um número expressivo de pastores evangélicos concorrendo a cargos eletivos.
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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