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  • 17 Apr, 2026

A Editora Três encerra suas atividades após décadas de relevância, enquanto o livro infantil “As Aventuras da Cunhã” se esgota rapidamente, destacando o interesse por temas amazônicos.

A falência da Editora Três surpreendeu o mercado editorial, uma vez que a editora era uma referência desde a década de 1970 e suas publicações eram amplamente reconhecidas. Com a falência, muitas editoras conseguiram se adaptar e expandir seu público para além do formato impresso, em um cenário onde a leitura de livros tem diminuído entre os consumidores.

Um exemplo de sucesso em contramão a essa tendência é o livro infantil “As Aventuras da Cunhã”, de Isabelle Nogueira, que esgotou sua primeira edição em menos de uma hora na Bienal do Livro que ocorreu no Rio de Janeiro em junho. O interesse por este livro pode ser atribuído a vários fatores: a natureza do conteúdo voltado para o público infantil, o apelo visual da obra apresentado em formato de história em quadrinhos, além da atratividade da narrativa que remete a uma ilha encantada na Amazônia. A autora, conhecida por suas participações no Boi Garantido do Festival de Parintins e no BBB24, também contribuiu para o sucesso do livro, que reflete o crescente interesse dos brasileiros pelos temas relacionados à Amazônia.

Além do sucesso de “As Aventuras da Cunhã”, a política em Rondônia também está em evidência com a corrida sucessória ao governo estadual. O vice-governador Sergio Gonçalves e o deputado federal Fernando Máximo têm enfrentado desafios significativos em suas candidaturas. Antecipar as campanhas resulta em desgaste, além de trazer à tona informações controversas sobre os candidatos, que costumam surgir conforme as disputas se intensificam.

O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, realizará um lançamento de sua candidatura no próximo dia 7, com a presença do presidente nacional do PSDB. Entretanto, espera-se que ele enfrente um forte ataque de seus adversários, que buscarão explorar qualquer falha em suas gestões. O atual prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, que já teve desafiado Chaves em disputas passadas, deverá intensificar suas críticas.

Os senadores Marcos Rogério e Confúcio Moura estão adotando uma postura mais cautelosa em relação ao lançamento de suas campanhas. Enquanto Rogério se colocará como candidato à reeleição, sua confirmação dependerá da situação do ex-governador Ivo Cassol, que enfrenta complicações legais. Moura, por sua vez, já está atuando ativamente no cenário político, mesmo sem um lançamento oficial de sua candidatura.

À medida que se aproxima o período de convenções em julho do próximo ano, alguns postulantes deverão abandonar suas candidaturas ao Palácio Rio Madeira. O emedebista Lúcio Mosquini já desistiu de sua candidatura, e há expectativas de que Cassol também não participe da corrida, seja pela sua situação judicial ou por outras circunstâncias que possam afetar sua viabilidade como candidato.

As disputas políticas em Rondônia estão marcadas por uma intensa batalha de estratégias e ataques, com práticas que remetem a campanhas agressivas e disputas acirradas. É difícil esperar um cenário de eleições éticas e pacíficas, visto que os políticos ficam cada vez mais expostos a críticas e tentativas de desgastes promovidas por adversários, particularmente em tempos de grande competição entre candidatos.

Os rios da Amazônia, por sua vez, enfrentam secas severas, gerando preocupação em municípios do Acre e Rondônia quanto ao abastecimento de água. A situação ressalta a interligação entre a política e os desafios ambientais, afetando diretamente o cotidiano da população local.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo