Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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O secretário Jeferson Rocha enfrentou críticas na Assembleia Legislativa de Rondônia sobre a crise na saúde, incluindo atrasos na construção do Heuro e longas filas para exames.
O secretário de Estado da Saúde, Jeferson Rocha, prestou esclarecimentos aos deputados estaduais sobre a alarmante situação da saúde pública em Rondônia. A convocação foi promovida pela Comissão Geral de Saúde da Assembleia Legislativa, que fez questionamentos sobre a demora na construção do novo Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia (Heuro), as longas filas para exames essenciais e outros problemas críticos enfrentados pela gestão da saúde estadual.
A reunião ocorreu na última terça-feira (9) e foi marcada pelo descontentamento dos deputados com as justificativas apresentadas por Rocha. As queixas entre os pacientes que utilizam as unidades de saúde pública têm aumentado e foram relatadas durante os debates acalorados, que destacaram as condições precárias dos atendimentos.
Uma das principais preocupações manifestadas foi a construção do Heuro. O governo estadual, sob a liderança de Marcos Rocha, não conseguiu avançar na execução dessa obra prometida anteriormente. Os deputados lembraram que, em diversas crises, o governo anunciou o início das obras, mas nenhuma ação concretizada foi observada, levantando dúvidas sobre a destinação dos recursos previstos para o projeto.
A situação do Pronto Socorro João Paulo II também foi enfatizada. Os parlamentares relataram que a unidade enfrenta superlotação, falta de leitos e escassez de profissionais, afetando a qualidade do atendimento. A gestão de Jeferson Rocha foi criticada por não apresentar soluções imediatas para essa realidade. Um dos deputados presentes alertou: “O João Paulo II está no limite. Pacientes em macas nos corredores, falta de medicamentos e demora para atendimentos básicos. Precisamos de uma resposta imediata da Sesau.”
Adicionalmente, a demora na realização de exames clínicos foi outro ponto debatido. Os deputados expressaram preocupação com os meses de espera dos pacientes para diagnósticos que poderiam ser realizados rapidamente. A deputada estadual Dra. Taíssa destacou que mais de 11 mil pacientes aguardam por ressonâncias magnéticas, um número alarmante. Ela enfatizou: “Não podemos admitir que milhares de pessoas fiquem à mercê da própria sorte.”
Apesar da pressão, Jeferson Rocha não apresentou soluções concretas para os problemas destacados. Ele reconheceu a gravidade da situação e mencionou que a terceirização de serviços é uma das alternativas temporárias adotadas, embora essa medida não enfrente a demanda crescente. Rocha afirmou que há apenas 15 vagas diárias disponíveis para os exames, destacando a insuficiência de oferta.
O secretário disse estar buscando alternativas para a saúde pública, como a ampliação de credenciamentos e aquisição de novos equipamentos, mas esses anúncios não aliviaram as preocupações dos deputados. As respostas vagas e a falta de ações claras geraram descontentamento entre os representantes, que clamam por maior seriedade na gestão da saúde em Rondônia.
Frente a essa situação, a Comissão Geral de Saúde anunciou que ampliará a fiscalização sobre as ações da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e continuará monitorando de perto a implementação de soluções. A deputada Dra. Taíssa enfatizou: “Não vamos permitir que a população continue sofrendo. Vamos cobrar soluções, exigir transparência e acompanhar cada passo do governo na gestão da saúde pública.”
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
```Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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