MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi
MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi; pioneiro na informatização e gestão institucional, deixa legado em modernização administrativa.
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O FlexLab da Energisa abre inscrições até 25 de fevereiro para startups e instituições que buscam desenvolver soluções inovadoras em flexibilidade energética.
Até o dia 25 de fevereiro, startups, universidades e instituições de ciência e tecnologia, além da indústria, podem se inscrever na chamada de inovação aberta do FlexLab, uma plataforma criada pela Energisa. O objetivo é acelerar soluções de flexibilidade energética, que permitem respostas rápidas às variações de oferta e demanda no setor elétrico.
A chamada busca explorar novos modelos de controle, previsão, agregação, resposta à demanda e coordenação inteligente de cargas, geração distribuída e armazenamento. A proposta é gerar evidências técnicas, regulatórias e econômicas que visem à evolução do setor elétrico em direção a uma rede mais flexível, digital, descentralizada e participativa.
O edital da chamada pode ser acessado no site do Energisa FlexLab. As propostas podem resultar em produtos, serviços, novos modelos tarifários ou inovações em modelos de negócios, com a expectativa de aprovar de cinco a dez projetos.
Letícia Dantas, diretora de Inovação da Energisa, destaca que o FlexLab visa acelerar a modernização do setor elétrico por meio da identificação, seleção e teste de soluções inovadoras que contribuam ao desenvolvimento da flexibilidade elétrica. Ela ressalta que a flexibilidade é essencial para o futuro da distribuição de energia. A inovação aberta, segundo Letícia, é uma alternativa eficaz para buscar soluções a desafios específicos.
As empresas geralmente realizam chamadas para projetos específicos com entregas definidas. No FlexLab, o foco é a flexibilidade estruturada em seis áreas:
Letícia afirma que as propostas devem respeitar princípios como interoperabilidade, segurança operacional, proteção de dados, viabilidade econômica e potencial de escalabilidade em relação à Energisa e ao setor elétrico nacional.
As soluções a serem desenvolvidas ou testadas ocorrerão em um ambiente real, utilizando as instalações da plataforma, com um laboratório de testes em Uberlândia, Minas Gerais, e outro em Palmas, Tocantins. Os parceiros terão acesso à infraestrutura para desenvolver e validar suas soluções, podendo contar com financiamento tanto de recursos próprios quanto da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Após a inscrição, os proponentes participarão de sessões de apresentação técnica, no estilo de pitch, para um comitê de seleção. Em seguida, ocorrerá a discussão e refinamento das propostas, culminando na elaboração do plano de trabalho. Os projetos selecionados serão anunciados em junho de 2026.
Os critérios para seleção incluem aderência aos temas propostos, mérito técnico, grau de inovação e a capacidade da equipe, além da viabilidade de execução, escalabilidade e aspectos relacionados a sustentabilidade, segurança e compliance.
Letícia destaca que este não é um processo competitivo tradicional, permitindo a seleção de múltiplas propostas para desenvolvimento simultâneo, desde que respeitem os requisitos e estejam alinhadas aos interesses estratégicos da Energisa. Essa iniciativa visa acelerar a inovação em uma área crucial para a transformação da rede energética brasileira, onde a flexibilidade representa um dos maiores desafios.
A Energisa, fundada em 1905, é um dos maiores grupos privados do setor elétrico brasileiro, operando diversas distribuidoras de energia e oferecendo soluções energéticas. Com 120 anos de história, a empresa tem se adaptado às novas demandas do mercado, incluindo a recente entrada no segmento de gás natural e na produção de biossoluções.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Energisa
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