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  • 18 Apr, 2026

Analisando o contexto político e ambiental do Brasil, sinais de redução do desmatamento na Amazônia contrastam com a polarização nas eleições de 2026 e os desafios de formação de alianças.

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Após décadas de alertas sobre o aquecimento global e o desmatamento na Amazônia, o cenário atual evidencia que, apesar dos esforços dos ambientalistas, a devastação ainda persiste. Há indícios discretos de uma leve redução na taxa de desmatamento, mas as evidências de destruição continuam dominando a área. Além disso, a crescente ameaça de transformação da Amazônia em um deserto é alarmante.

Recentemente, uma mudança climática global foi apontada como um possível fator positivo: o aumento de 75% nas chuvas na região do Saara, o que poderá transformá-lo em uma área predominantemente verde até o final do século. Essa possibilidade reaviva a esperança de que, mesmo diante da desertificação da Amazônia, a natureza pode se regenerar com o tempo, se a humanidade conseguir sobreviver ao caos atual.

No cenário político, em 4 de outubro, aproximadamente 150 milhões de eleitores brasileiros irão às urnas para escolher presidentes, governadores, senadores e deputados. Com a recente janela partidária, deputados e senadores terão a oportunidade de mudar de partido sem perder seus mandatos, a partir de março. As convenções partidárias estão programadas para o meio do ano, com os principais partidos, como PL, PT, PP e MDB, se preparando para as eleições.

A escolha dos candidatos a vice-presidência também está em destaque, especialmente entre os principais candidatos, Lula e Flávio Bolsonaro. Lula pode manter Geraldo Alckmin como vice, mas isso dependerá dos acordos em sua base aliada. Flávio Bolsonaro, por sua vez, considera governadores, como Romeu Zema, para sua chapa. Em Rondônia, os candidatos Marcos Rogério e Adaiton Fúria estão em busca de vices, enquanto Hildon Chaves procura no interior do estado.

Em Rondônia, observa-se um equilíbrio de forças entre os três principais candidatos ao governo: Marcos Rogério, Adailton Fúria e Hildon Chaves. Embora o cenário atual não favoreça o candidato petista Expedito Neto e o vice-governador Sergio Gonçalves, que enfrentam dificuldades em se posicionar para um possível segundo turno, a fragmentação do eleitorado pode permitir até sete candidaturas nas eleições.

A direita em Rondônia espera resultados positivos nas próximas eleições, prevendo que conseguirão eleger dois senadores, quase todos os deputados federais e a maioria dos estaduais. Atualmente, a maioria dos senadores e deputados na Assembleia Legislativa é composta por representações conservadoras, mesmo com um presidente do partido dos trabalhadores no Palácio do Planalto.

A janela partidária poderá resultar em uma perda de representatividade para os partidos de esquerda. A expectativa é que os partidos conservadores atraíam mais representantes, enquanto o PT busca reforçar sua presença nas eleições, tentando conquistar mais cadeiras na Câmara e na Assembleia Legislativa.

Por fim, considerando as elevadas taxas de rejeição dos principais candidatos, há uma renovada expectativa para o surgimento de uma terceira via nas eleições presidenciais. Governadores de estados, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, estão se preparando para um possível avanço em meio à polarização. Em Rondônia, tentativas de candidatura dos petistas e outros candidatos locais indicam uma busca por vice-candidaturas ao invés de uma corrida direta ao governo.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo