Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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A polarização política entre Lula e Bolsonaro falhou em prevenir esquemas como o Caso Master, que envolve irregularidades financeiras no setor de créditos de carbono.
O fenômeno de polarização política entre Lula e Bolsonaro na história brasileira poderá ser marcado, em um futuro próximo, por um desdobramento importante: o Caso Master. Embora seus seguidores acreditem ter melhorado o país, ambos os lados falharam em impedir e punir as práticas irregulares que surgiram nesse escândalo.
Amazônia, por sua vez, não esteve imune às irregularidades vinculadas ao Banco Master, que se aproveitaram do momento pós-Lula e pós-Bolsonaro para se apresentar como a nova cara do Brasil. O projeto de créditos de carbono da família Vorcaro, repleto de valores exagerados e sem lastro, ressalta a importância da região nas questões políticas e financeiras do país.
O Caso Master, caracterizado por um esquema abrangente, provavelmente implicará lideranças brasileiras de diferentes esferas, tornando a operação Compliance Zero um marco na política nacional.
Com a recente mudança do governador Marcos Rocha para o PSD, as definições para a disputa pelo governo de Rondônia começam a se moldar. Entre os pré-candidatos, estão o atual prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), que conta com o respaldo de Marcos Rocha, e o senador Marcos Rogério (PL), que se apresenta com forte apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. O PT já anunciou o ex-deputado federal Expedito Neto, enquanto a postulação do ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), ainda segue em tratativas.
Nos bastidores, a candidatura de Expedito Neto pelo PT não deslanchou como esperado. Apesar da orientação de instâncias superiores, há a especulação de outros nomes mais apropriados, como Anselmo de Jesus, que pode ser uma opção mais viável nas convenções partidárias em julho, podendo haver alterações nas alianças.
Em um cenário de possível segundo turno diante da fragmentação eleitoral em Rondônia, a candidatura do senador Marcos Rogério (PL) já é considerada robusta. Ele conta com apoio consolidado para o Senado e negociação avançada para a vice-governadoria, que poderá ter a participação da atual deputada federal Silvia Cristina (PP).
A estrutura do União Brasil é favorável para a eleição de 2026, mas a falta de uma candidatura competitiva a governador, especialmente com a paralisia de Sergio Gonçalves, pode dificultar os planos do partido. Entretanto, as movimentações previstas para março podem equilibrar a disputa entre as chapas dos candidatos Marcos Rogério e Adailton Fúria.
Além dos já conhecidos, outros candidatos podem emergir nesse cenário, como o ex-prefeito Hildon Chaves, que está sendo considerado para liderar uma chapa pelo União Progressista, unindo o União Brasil e os Progressistas. Isso acrescentaria uma nova alternativa ao quadro político, rivalizando com os modelos mais tradicionais de representação.
A Rede DB de supermercados encerrou suas atividades em Porto Velho, sendo a segunda rede a sair do mercado após a concorrência acirrada com as redes locais, como Gonçalves e Meta. A proliferação de farmácias e óticas demonstra uma feroz luta pelo mercado. Ao mesmo tempo, o narcotráfico tem se infiltrado nos garimpos clandestinos em Rondônia e Mato Grosso, trazendo um cenário alarmante, com o comércio de ouro superando a lucratividade das drogas. Além disso, mais da metade dos vereadores atuais da capital já se posicionam para as eleições na Assembleia Legislativa de Rondônia.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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