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  • 17 Apr, 2026

Relatório do MapBiomas revela perda de 30 milhões de hectares queimados em 2024, com foco na Amazônia, destacando a responsabilidade humana e a seca.

Recentemente, aumentos de preços foram observados em diversos setores, com muitos empresários atribuindo a culpa a medidas tomadas pelo ex-presidente Donald Trump. As consequências do aumento de 30 milhões de hectares queimados em 2024, especialmente na Amazônia, têm sido significativas, segundo o Relatório Anual do Fogo do MapBiomas. Os responsáveis por esta destruição frequentemente tentam desviar a atenção, atribuindo a culpa à severidade da seca nos anos anteriores, ao invés de reconhecerem sua própria responsabilidade.

O relatório destaca que, pela primeira vez, as informações sobre queimadas foram compiladas através de um mapeamento detalhado com imagens de satélite. Esse mapeamento é considerado o mais completo realizado no Brasil até hoje, e não apenas identifica as áreas mais afetadas, mas também consegue distinguir entre incêndios em regiões nativas e em áreas afetadas pela ação humana.

Entre 1985 e 2024, a Caatinga, Cerrado, Pampa e Pantanal foram os biomas com o maior percentual de vegetação nativa impactada, com mais de 80% de suas áreas queimadas. Na Amazônia e na Mata Atlântica, aproximadamente 55% das queimadas ocorreram em regiões modificadas pela ação humana. Especificamente na Amazônia, 53,2% das áreas queimadas eram de pastagens. A evolução das técnicas de monitoramento promete oferecer uma compreensão mais precisa da realidade do desmatamento, evitando generalizações que costumavam apontar apenas uma direção.

A Caravana da Esperança, um movimento político que reúne partidos de centro e esquerda, movimentou os bastidores políticos em Ariquemes no último fim de semana. O agrupamento, que é liderado pelo MDB e inclui até oito partidos, já articula a candidatura do senador Confúcio Moura ao Palácio Rio Madeira, bem como a candidatura do ex-senador Acir Gurgacz ao Senado. As lideranças políticas avaliam que essa coalizão está ganhando força em todo o estado.

Por outro lado, os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro têm criticado as candidaturas de governadores que se alinham ao bolsonarismo, taxando-os de "ratos covardes". Essa crítica se estende também ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que também busca uma candidatura presidencial. Com a crescente incerteza sobre a candidatura de Jair Bolsonaro, outros nomes estão emergindo na corrida eleitoral ao Planalto.

O MDB, partido que mais elegeu governadores e senadores em Rondônia, está intensificando esforços para recuperar sua influência política em um cenário dominado por candidatos bolsonaristas. O partido busca atrair postulantes para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados, visando a formação de uma coalizão robusta chamada Caravana da Esperança, que concorrerá nas próximas eleições.

Historicamente, o MDB não foi sempre o favorito nas eleições em Rondônia. Exemplos incluem o ex-governador Ângelo Angelim, que foi eleito com um número mínimo de votos em sua bancada. Valdir Raupp e Confúcio Moura também obtiveram vitórias surpreendentes. Para a próxima eleição em 2026, o contexto atual mostra que o partido enfrenta desafios similares, sem ser novamente o favorito.

A situação do ex-governador Ivo Cassol, que se encontra inelegível, cria incertezas acerca da disputa pelo Palácio Rio Madeira. Cassol conta com uma equipe de advogados que esperançosamente reverterá a situação nos próximos meses. Enquanto isso, outros candidatos conservadores, incluindo Marcos Rogerio e Fernando Máximo, aguardam definições para entrar na disputa.

No entanto, os candidatos como Confúcio Moura, o ex-prefeito de Porto Velho Hildon Chaves, e o vice-governador Sergio Gonçalves também estão se preparando para a corrida eleitoral, cada um contando com seus próprios pontos fortes, como a história política ou a gestão bem-sucedida em suas respectivas funções.

Com relação a outros acontecimentos, se aproxima uma conferência em Porto Velho para a atualização do Plano Diretor do município, com audiências públicas agendadas para setembro. Essas sessões visam abordar demandas emergentes da população. No estado do Acre, a saúde pública de Rio Branco é severamente afetada por uma das secas mais intensas dos últimos anos, levando a desafios no abastecimento de água. Além disso, garimpos clandestinos em distritos de Porto Velho têm fomentado problemas sociais, como a prostituição e o tráfico de drogas.

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Fonte das informações: [inserir fonte original, ex: Idaron ou Governo de RO]