Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
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A ascensão do nacionalismo global é discutida à luz das recentes tensões geopolíticas, levantando a possibilidade de ameaças à Amazônia e suas implicações.
O nacionalismo, que atualmente se manifesta de forma intensa em diversas partes do mundo, não é um fenômeno novo. Sua origem remonta à queda da União Soviética em 1991, impulsionada por pressões nacionais de várias repúblicas. Desde então, partidos nacionalistas, que haviam perdido força após a Segunda Guerra Mundial, têm desafiado os liberais internacionalistas globalmente. Até regimes que permanecem em funcionamento no mundo atual se fundamentam em princípios nacionalistas.
A situação geopolítica atual, com a Rússia realizando movimentos agressivos sobre a Ucrânia e os Estados Unidos e Israel justificados ocupações em nome de interesses nacionais, levanta preocupações sobre possíveis tentativas de invasão da Amazônia por forças externas. O discurso de líderes como Donald Trump, que alterna entre promessas de paz e ameaças bélicas, e a afirmação do Papa Leão XIV em favor do diálogo sobre conflitos, provocam reflexão sobre as relações internacionais e os interesses sobre a floresta amazônica. A Amazônia é um ecossistema vital, pertencente aos nove países que partilham seu território, além de à humanidade, sendo essencial que qualquer ajuda seja direcionada a soluções sustentáveis, em vez de ações invasivas.
No contexto político de Rondônia, destaca-se um aspecto interessante: até o momento, nenhum vice-governador se elegeu diretamente para o cargo de governador. Um exemplo notável é o de João Cahula, que, apoiado por Ivo Cassol, barrou a candidatura favorita de Expedito Junior em uma eleição. Outros vices, como Orestes Muniz, Assis Canuto e Daniel Pereira, não conseguiram avançar para o Palácio Presidente Vargas.
Atualmente, o vice-governador Sergio Gonçalves se prepara para assumir a liderança do governo com a saída do governador Marcos Rocha, que se coloca como pré-candidato ao Senado. Gonçalves entra no processo eleitoral como um candidato com desafios consideráveis, devido à falta de experiência em articulações políticas e o histórico de falências do grupo supermercadista que leva seu nome. Além disso, ele enfrenta a oposição de adversários e até de alguns colegas na Assembleia Legislativa.
Em meio a esse cenário adverso, se Gonçalves conseguir registrar sua candidatura pelo União Brasil, ele pode contar com alguns recursos estratégicos, incluindo o uso da máquina governamental e o apoio de uma federação política. Um possível respaldo do ex-governador Ivo Cassol poderia fortalecer sua posição no pleito que se aproxima, marcado por uma concorrência significativa com adversários bem estabelecidos, como senadores e prefeitos da região.
Sergio Gonçalves demonstra coragem ao se lançar na disputa, mesmo diante de ameaças de cassação de mandato e conspirações. Ele está sendo orientado por uma equipe de marketing, embora tenha enfrentado dificuldades com o lançamento de sua candidatura. Um momento mais estratégico poderia ter sido o de se manter afastado do foco, mas sua opção foi entrar diretamente no disputado clima político.
Apesar de suas desvantagens, o histórico político de Rondônia revela que muitos candidatos considerados favoritos podem falhar nas eleições. Exemplo disso é Marcos Rocha, que, mesmo sendo subestimado, venceu um adversário forte. Isso mostra que as eleições podem ser imprevisíveis, e Gonçalves não deve ser totalmente descartado como candidato.
Observações adicionais revelam que há uma dinâmica interessante na política local; políticos de Porto Velho frequentemente promovem suas popularidades sem a correspondente tradução em resultados eleitorais. Há também especulações sobre a possibilidade de figuras como Jesualdo Pires e Adailton Fúria serem sondados para composições eleitorais em 2026, indicando que as alianças políticas estão em constante evolução.
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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