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  • 17 Apr, 2026

O Instituto do Coração de Rondônia foi multado por descartar resíduos hospitalares de forma inadequada. A fiscalização revelou falhas na gestão desses materiais, colocando em risco a saúde pública.

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O Instituto do Coração de Rondônia, situado na Rua Rafael Vaz e Silva em Porto Velho, foi multado por realizar o descarte irregular de resíduos hospitalares. A infração inclui o descarte inadequado de materiais perfurocortantes, como seringas e agulhas, junto ao lixo comum.

Esta informação foi confirmada através de um relatório técnico oficial da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMA), emitido na última terça-feira, dia 27. A vistoria no instituto revelou que resíduos típicos de atividades hospitalares estavam acondicionados de maneira inadequada e em desacordo com as normas ambientais e sanitárias vigentes.

O prédio abriga diversas empresas do setor de saúde, todas classificadas como geradoras de resíduos de alto potencial poluidor. O relatório enfatiza que esse tipo de prática pode colocar em risco trabalhador, coletores e a população em geral.

Representantes do Instituto do Coração informaram que a gestão de resíduos é centralizada por uma das empresas que opera no local, a qual é responsável pela administração da infraestrutura compartilhada. Contudo, a fiscalização atribuiu a responsabilidade ao gestor do sistema de manejo de resíduos, dada a dificuldade técnica de individualizar a origem exata das falhas entre as várias empresas envolvidas.

As irregularidades identificadas destacam principalmente falhas na segregação dos resíduos na fonte, considerada uma etapa crucial para a minimização de riscos sanitários, ambientais e ocupacionais. A Vigilância Sanitária não se manifestou ainda sobre o caso, nem esclareceu se um procedimento administrativo será instaurado para investigar possíveis infrações sanitárias decorrentes das irregularidades apontadas.

O Instituto do Coração foi contatado pelo Rondoniaovivo via mensagem de texto, e uma resposta está sendo aguardada.

Fonte das informações: SEMA