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O pastor Josinélio Muniz, assessor da Prefeitura de Porto Velho, abandonou seu cargo sem justificativa para participar de protesto em Brasília, gerando polêmica.
O pastor Josinélio Muniz, conhecido por sua atuação na política de Porto Velho (RO) e por ter orado, ungido e profetizado a vitória de Léo Moraes na campanha para prefeito, abandonou recentemente seu cargo como Assessor Especial da Prefeitura. Recebendo um salário de aproximadamente R$ 11 mil mensais para uma carga horária de 40 horas semanais, Muniz saiu sem justificar sua ausência formalmente. Seu abandono de emprego aconteceu para participar de um ato público em Brasília, que contestava a decisão do Poder Judiciário que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro a mais de 27 anos.
A situação gerou repercussão nas redes sociais, e a prefeitura anunciou que os dias não trabalhados por Muniz serão descontados em seu salário referente ao mês de fevereiro.
O papel do pastor dentro da administração municipal também foi questionado, levando o Ministério Público a solicitar relatórios sobre o seu trabalho na Prefeitura de Porto Velho. A análise das faltas de Muniz deverá verificar como sua ausência impacta o funcionamento dos serviços públicos.
Um vereador da base do prefeito comentou que outros colaboradores, assim como o pastor Josinélio, exercem funções sem uma clara definição na gestão municipal. O vereador destacou que mesmo sem atribuições específicas, esses indivíduos podem ser importantes nas campanhas eleitorais.
Em um tom de ironia, Josinélio pediu a seus amigos nas redes sociais que votassem em uma enquete, questionando se a prefeitura deveria ou não exonerá-lo. Ele aparentemente acredita que não enfrentará repercussões por suas ações.
Além disso, Muniz não é estranho a controvérsias. Ele já enfrentou um processo administrativo em 2016 por falsificação de documentos, onde apresentou certidões negativas falsas para obter a renovação do credenciamento de sua autoescola, CFC Visão, junto ao Detran/RO. O processo resultou na cassação de sua licença, e as consequências penais do caso permanecem incertas.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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