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  • 17 Apr, 2026

O presidente Lula visitará Rondônia para discutir investimentos em educação e saúde, além da construção da ponte binacional Guajará-Mirim-Guayaramerin.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, visitará Rondônia durante seu terceiro mandato. A confirmação foi feita pela ex-senadora Fátima Cleide, que atua como assessora do ministro Marcio Macedo da Secretaria Geral da Presidência da República e estará na comitiva presidencial.

Durante a visita, Lula e o ministro da Educação discutirão assuntos relacionados à educação superior, incluindo o Instituto Federal de Rondônia (IFRO) e a instalação do Hospital Universitário Municipal em Porto Velho.

O momento da visita é estratégico, já que Lula demonstrou firmeza na defesa da soberania brasileira, tendo enfrentado medidas adversas propostas pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que recuou em ações que poderiam prejudicar a economia do Brasil. Essa postura ajudou Lula a recuperar popularidade, evidenciada por melhoras nas pesquisas de opinião.

O Governo Federal destinará investimentos a Rondônia para a realização de 75 obras que visam aprimorar o acesso a serviços de saúde, educação, esporte e cultura, beneficiando aproximadamente 1,4 milhão de cidadãos rondonienses, o que representa 94% da população do estado. Rondônia participou ativamente do Novo PAC Seleções, apresentando propostas em todas as modalidades, e 39 municípios foram contemplados com essas iniciativas.

Além disso, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) anunciou a vitória do Consórcio Mamoré na licitação para a construção de uma ponte binacional que conectará Guajará-Mirim, em Rondônia, à cidade de Guayaramerin, na Bolívia. Essa obra, que está entre as grandes infraestruturas prometidas pelo governo Lula, é um compromisso de longa data, tendo sido prevista desde a assinatura do Tratado de Petrópolis, em 1903.

A ponte, com 1,22 quilômetro de extensão e 17,3 metros de largura, foi anunciada no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas a licitação enfrentou suspensões em setembro do ano anterior devido a suspeitas de irregularidades pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: MaisRO