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  • 17 Apr, 2026

A servidora pública Aline Coutinho enfrenta ameaças constantes do vereador Marcos Combate, mesmo com medidas protetivas em vigor. Ela registrou novo BO e solicitou ações legais para sua proteção.

A servidora pública e advogada Aline Coutinho Albuquerque Gomes tem enfrentado uma série de ataques e violência psicológica por parte do vereador de Porto Velho, Antônio Marcos Mourão Figueiredo, conhecido como Marcos Combate. Apesar de uma decisão judicial que garante medidas protetivas, Aline foi agredida novamente durante um programa de televisão na última sexta-feira.

Com base na Lei Maria da Penha, Aline registrou um novo Boletim de Ocorrência, número N140.478/2025, buscando a imediata intervenção das autoridades policiais e judiciais. Ela requisitou o reforço das medidas protetivas, incluindo a suspensão da posse ou o bloqueio do porte de armas do vereador, devido ao contínuo descumprimento das ordens judiciais e tentativas de intimidação.

Marcos Combate não só ignorou as ordens do juiz Victor de Santana Menezes, da 1ª Vara de Garantias de Porto Velho, que exigem que ele mantenha uma distância mínima de 500 metros da vítima, como também mobilizou sua irmã, Paula Figueiredo, e seu chefe de gabinete, Junior Siqueira, para continuar a campanha de ameaças. Esses indivíduos têm veiculado informações falsas e ofensivas sobre Aline em redes sociais e grupos de WhatsApp.

Ainda segundo investigações, a ex-mulher de Marcos Combate também possui medida protetiva contra ele. Em resposta aos novos incidentes, a servidora solicitou adicionais restrições, como a proibição de qualquer forma de contato e a imposição de distância mínima de seu convívio e das testemunhas.

A situação se agrava em um momento em que se celebra o Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização sobre a violência contra a mulher. A perseguição de Marcos Combate teve início em uma repartição pública, onde ele tentou interferir em um processo de licitação, mas foi impedido por Aline, que atuava conforme seus deveres enquanto funcionária pública.

Essa conduta do vereador não apenas desrespeita a lei de proteção ao servidor público, mas também gera instabilidade psicoemocional na vítima, configurando uma séria violação de seus direitos.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo