Sicredi divulga 261 ganhadores do primeiro Capital Premiado 2026
261 associados de 261 municípios receberam cartão de R$1.000 no primeiro sorteio; campanha vai distribuir mais de R$3,6 milhões com prêmios mensais e final.
Carregando...
MPF, MPT e DPU recomendam à prefeitura e governo de Rondônia ações emergenciais para proteger comunidades ribeirinhas do Rio Madeira contra inundações.
O Ministério Público Federal (MPF), em conjunto com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Defensoria Pública da União (DPU), recomendou à prefeitura de Porto Velho, ao estado de Rondônia e à União a adoção de medidas para garantir a proteção das comunidades ribeirinhas do Rio Madeira. Essa ação visa implementar precauções frente ao risco de cheias e eventos climáticos extremos que afetam a região.
A recomendação surgiu a partir da constatação de que, entre março e abril de 2025, o Rio Madeira atingiu níveis próximos da cota de inundação, que é de 17 metros. Isto impactou diretamente diversas comunidades ribeirinhas e colocou outras em estado de alerta, conforme relatado pela Defesa Civil e boletins de monitoramento hidrológico. O documento também menciona cheias históricas, incluindo a de 2014, que afetou mais de 30 mil famílias em Porto Velho e municípios vizinhos.
Segundo o MPF, as comunidades ribeirinhas ocupam áreas de várzea e já enfrentam impactos significativos mesmo antes de chegar à cota oficial de inundação, resultando em perdas de bens, instrumentos de trabalho e meios de subsistência. Vistorias realizadas nas comunidades mostraram a falta de planejamento adequado, sistemas de alerta eficazes e infraestrutura de abrigos para a população afetada.
Entre as medidas recomendadas, destaca-se a elaboração e implementação de projetos para a criação de abrigos provisórios nas comunidades. Além disso, sugere-se o desenvolvimento de um sistema de alerta por sirenes, integrado a mecanismos que monitorem o nível do rio em tempo real. O uso de mensagens via telefonia celular ou internet também foi recomendado, respeitando as limitações tecnológicas das comunidades.
Como proposta estrutural e de longo prazo para adaptação climática, a recomendação inclui a elaboração de um plano para a construção de abrigos permanentes em áreas seguras, fora das zonas de inundação. O documento enfatiza que aspectos como saúde, segurança no trabalho das equipes envolvidas e a proteção dos meios tradicionais de subsistência das populações ribeirinhas devem ser considerados nas ações.
Além disso, foi sugerida a realização de uma reunião entre os envolvidos para definir as responsabilidades operacionais, financeiras e o cronograma de execução das ações recomendadas.
Os órgãos deram um prazo de 10 dias para que os destinatários se manifestem sobre a implementação das recomendações. A ausência de resposta pode resultar em ações judiciais cabíveis.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: MPF
261 associados de 261 municípios receberam cartão de R$1.000 no primeiro sorteio; campanha vai distribuir mais de R$3,6 milhões com prêmios mensais e final.
MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi; pioneiro na informatização e gestão institucional, deixa legado em modernização administrativa.
Show em Guajará-Mirim custou R$450 mil de emenda parlamentar; população questiona prioridade e pede transparência sobre uso dos recursos e plano de trabalho.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.