Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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O Brasil planeja instalar até 2035 usinas nucleares flutuantes, mas ambientalistas expressam preocupações sobre segurança e impactos na Amazônia.
Os acidentes em Three Mile Island, Chernobyl e Fukushima impactaram a percepção pública sobre a energia nuclear, associando-a a desastres. Entretanto, a teoria de que "tudo que pode dar errado, dará errado" não se aplica integralmente ao setor nuclear. O progresso em políticas e sistemas de segurança deve ser visto como resultado de numerosos acertos, embora os erros, quando ocorrem, sejam de grande repercussão.
No Brasil, os planos para a instalação de usinas nucleares flutuantes da estatal russa Rosatom na Amazônia, em conexão com a exploração de urânio na Bahia, suscitam preocupações ambientais. O ministro de Minas e Energia, Alexandre, manifesta confiança nas usinas flutuantes, que têm operado com segurança em outros lugares. O Brasil planeja a instalação de 22 reatores até 2035, com a energia nuclear já contribuindo com cerca de 3% da matriz elétrica nacional. O sucesso desses projetos depende, no entanto, da implementação dentro de limites seguros.
Em um contexto político, diversas alianças estão em formação entre governadores de direita, que visam derrubar o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas próximas eleições. Pelo menos dez governadores estão envolvidos nesse esforço, com quatro deles se preparando para disputar a presidência. Entre os candidatos mencionados estão Ronaldo Caiado de Goiás, Tarcísio de Freitas de São Paulo, Carlos Massa Ratinho Junior do Paraná e Romeu Zema de Minas Gerais. Eduardo Leite do Rio Grande do Sul também pode se juntar a essa luta.
Com a corrida sucessória em andamento, a posição dos governadores conservadores está se reafirmando, à medida que se afastam da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta questões legais e incertezas sobre sua elegibilidade futura. Os governadores estão promovendo entendimentos que atendem às demandas de suas bases, que desejam uma mudança no poder.
No governo de Rondônia, candidatos estão atentos às movimentações políticas em nível federal, destacando a importância do apoio de Bolsonaro. O governador Tarcísio de Freitas é visto como um dos nomes favoritos para enfrentar Lula. Entretanto, a situação do bolsonarismo está complexa, com desavenças internas na família e disputas por liderança dentro do contexto político.
A construção da estrada chamada "expresso porto", prometida por ex-governadores, ainda não avançou. Ela foi incluída no programa federal de obras, porém o prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, busca uma aceleração nesse projeto, dada a deterioração das ruas devido ao tráfego intenso de caminhões.
A Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia enfrenta desafios sérios em relação ao saneamento básico, com a capital do estado sofrendo com o abastecimento e o tratamento de esgoto. Uma licitação em andamento pode abrir espaço para a iniciativa privada, mas há receios de que isso só piore a situação, conforme apontado por líderes locais.
Os governantes de Rondônia demonstram dificuldades em definir prioridades claras. Enquanto a saúde e a segurança pública enfrentam crises significativas, investimentos elevados são direcionados a projetos como a construção de um novo estádio, em um contexto onde grande parte da população anseia por serviços essenciais, como um hospital regional em Ariquemes.
Por fim, questões ligadas ao crime organizado continuam a desafiar a segurança em Porto Velho. Há uma crescente preocupação com o roubo de fiação elétrica, e operadores do crime lutam contra as autoridades. Além disso, homenagens ao poeta Vespasiano Ramos, sepultado na cidade, são escassas, mesmo após sua contribuição significativa à cultura local.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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