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O diretor do IPAM, André Guimarães, destaca a importância das florestas tropicais nos debates da COP30 em Belém, enfatizando seu papel vital na segurança alimentar e na saúde global.
André Guimarães, diretor executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), fez um apelo para que as florestas tropicais do hemisfério sul sejam levadas em conta nas discussões da COP30, que ocorrerá em novembro em Belém. Guimarães, que representa a sociedade civil na convenção deste ano, participou da Conferência Global de Clima e Saúde, realizada em Brasília, onde se reuniram representantes do Ministério da Saúde, movimentos sociais e governos de diversos países.
Durante sua participação na sessão "Processos participatórios na COP30", o agrônomo enfatizou a importância de considerar as florestas na "equação" dos debates climáticos. Ele destacou que a segurança alimentar global está em risco sem a preservação dessas áreas. "Cinquenta por cento da comida do mundo é produzida no cinturão tropical, que inclui Brasil, Indonésia, Congo e Tailândia. Esta produção depende das florestas", afirmou Guimarães.
Guimarães ressaltou que as florestas desempenham um papel fundamental na agricultura ao prover e distribuir água das chuvas, influenciando diretamente a saúde da população global através do fornecimento de alimentos. Ele citou a Amazônia como um exemplo crucial, uma vez que mais de 90% da agricultura brasileira não possui sistema de irrigação próprio e depende da chuva que as florestas ajudam a gerar.
O diretor do IPAM alertou que a degradação do sistema amazônico poderia comprometer tanto o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil quanto a segurança alimentar mundial. “Não há como garantir a segurança alimentar e alcançar as metas do Acordo de Paris sem a integridade da Amazônia”, destacou.
Guimarães citou um relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) que projeta que o Brasil será responsável por quase metade do aumento da oferta de alimentos até 2050. Ele considerou essa responsabilidade enorme e enfatizou a necessidade de cuidar das florestas brasileiras para evitar a perda de biodiversidade e alterações nos padrões de chuva, além da ameaça de fome.
Ele também chamou a atenção para o risco da exploração de petróleo na Amazônia e seu impacto na saúde mundial, pedindo que o Ministério da Saúde brasileiro participe das discussões sobre perfuração de poços na região. Guimarães argumentou que a perfuração poderia aumentar a emissão de carbono, aquecer o planeta e comprometer o fornecimento de água pela Amazônia, afetando a agricultura.
Ao encerrar seu discurso, Guimarães celebrou os avanços da sociedade civil nas edições anteriores da COP, como a estratégia REDD+, que oferece incentivos para países em desenvolvimento em suas ações contra as mudanças climáticas. Ele assegurou que a classe levará para as mesas de negociação em Belém a questão dos combustíveis fósseis, segurança alimentar, florestas tropicais e saúde do planeta.
Fonte da imagem: Divulgação/PMMC
Fonte das informações: assessoria
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