Carregando...

  • 17 Apr, 2026

Os deputados Coronel Chrisóstomo e Hélio Lopes protestaram em frente ao STF contra decisões da Corte e em apoio a Bolsonaro, pedindo anistia para condenados pelos atos de 8 de janeiro.

O deputado federal Coronel Chrisóstomo, do PL de Rondônia, juntou-se ao deputado Hélio Lopes, do PL do Rio de Janeiro, em um protesto realizado em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, nesta sexta-feira, 25. O ato ocorreu em resposta às decisões dos ministros da Corte.

Hélio Lopes armou uma barraca em frente ao STF e, nas redes sociais, publicou vídeos onde aparece com esparadrapo na boca, explicando que “entrou em jejum de palavras” como forma de protesto. Ele expressou sua indignação, afirmando estar no local para manifesto contra o que considera “covardias” do STF, ressaltando que não está armado e não representa uma ameaça.

Chrisóstomo declarou que foi ao local para apoiar o colega e decidiu montar sua própria barraca ao lado de Lopes. Em um vídeo, afirmou: “Decidi que também vou ficar aqui com Hélio Negão. Ao lado dele, junto com uma barraquinha simples, de plástico. Não tem nenhum problema. Ninguém pode nos impedir. É o desejo do parlamentar representante do povo brasileiro.”

O deputado enfatizou que a população deseja paz e liberdade de expressão, além de exigir a votação do projeto de lei que busca anistiar os condenados pelos atos extremistas ocorridos em 8 de janeiro. “Queremos votar o PL da Anistia, para já, para libertarmos todas as pessoas presas injustamente”, finalizou.

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, também se manifestou, anunciando que antecipará seu retorno a Brasília para assegurar que os direitos dos parlamentares sejam respeitados.

Mais cedo, Lopes mencionou que seu ato se deve a uma “perseguição brutal” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Desde a semana passada, Bolsonaro se encontra usando uma tornozeleira eletrônica e está proibido de sair de casa entre 19h e 6h. Durante os finais de semana, a proibição é de 24 horas, e ele não pode se comunicar com seu filho, Eduardo Bolsonaro, nem com outros réus no processo relacionado à tentativa de golpe.

“Um homem com tornozeleira no pé. Sem crime, sem sentença. Apenas por ter ousado dar voz aos esquecidos. É uma suprema humilhação”, criticou Hélio Lopes.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Idaron