Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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Pesquisa da Esalq-USP revela que incentivos governamentais e a expansão agrícola motivaram o desmatamento, enquanto a preservação é destacada por pequenos proprietários.
A motivação, assim como a fé, desempenha um papel crucial na tomada de decisões, especialmente em relação à preservação ambiental. A crença na importância da conservação é frequentemente intuitiva para aqueles que não possuem florestas em suas propriedades. No entanto, é essencial que os proprietários de terras, mesmo aqueles que têm a posse e a possibilidade de exploração imediata de seus terrenos, reconheçam que a preservação ambiental não é apenas uma questão de marketing ou altruísmo. Trata-se de uma estratégia fundamental para garantir benefícios maiores no futuro.
Um estudo realizado por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) analisou as motivações dos proprietários rurais em relação ao desmatamento e à conservação. Entre os proprietários que mais desmataram, as principais motivações mencionadas foram os incentivos governamentais recebidos nas décadas de 1970 e 1980 e a necessidade de aumentar a área cultivável. Por outro lado, aqueles que optaram por manter as áreas de floresta frequentemente citaram a conservação da água e o cumprimento das leis ambientais como razões prioritárias, sendo que a adequação à legislação e o legado familiar foram mais relevantes para pequenos proprietários. Este cenário evidencia a necessidade não apenas de fiscalização, mas também de modernização das normas, alinhando-as às novas tecnologias para promover a produção responsável e a conservação.
Numa sondagem sobre as eleições de 2026, destacaram-se três políticos considerados fortes candidatos à vice-governadoria. O ex-prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires, é o mais mencionado, seguido pelo deputado estadual Alex Redano, presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia. A deputada Ieda Chaves, a mais votada na capital, completa a lista. Diversos fatores contribuem para a busca por esses nomes, sendo Jesualdo reconhecido como um dos melhores prefeitos do estado e Alex Redano apreciado por sua gestão transparente na presidência da Assembleia. O nome de Ieda surge como estratégico, especialmente se seu marido, Hildon Chaves, desistir de sua candidatura ao governo, beneficiando candidatos do interior.
Por outro lado, o ex-prefeito Hildon Chaves (PSDB) enfrenta dificuldades consideráveis em sua candidatura, especialmente devido à decadência do partido em âmbito nacional, que levou à perda de governos em diversos estados. Sua única vantagem reside no prestígio que conquistou na capital, mas isso pode não ser suficiente para fortalecer sua campanha nas próximas eleições, onde tentará fortalecer alianças para compor suas nominatas.
Rondônia também observa uma migração significativa de cidadãos de outros estados, como Paraíba, Acre e Pará, buscando novas oportunidades em Santa Catarina. Este fenômeno chamou a atenção de lideranças catarinenses, que pedem a contenção desse fluxo populacional intenso, remetendo a uma situação semelhante àquela vivida em Rondônia nas décadas de 1970 e 1980, onde muitos migrantes do sul do Brasil se dirigiram ao estado. A presença de muitos rondonienses e trabalhadores de outros estados em cidades como Chapecó, Joinville e Florianópolis cria um ambiente de preocupação social e política.
Assim como no passado, quando se discutiu a possibilidade de instalar barreiras migratórias em Rondônia, o atual cenário em Santa Catarina levanta questões sobre a integração e as capacidades dos municípios de receber um alto volume de imigrantes. A presença de construtoras e cooperativas de trabalho na região sugere uma alta demanda por mão de obra, mesmo diante das preocupações locais sobre possíveis impactos sociais.
O êxodo populacional que afetou pequenos municípios paranaenses e capixabas nos anos 70, agora se repete com a população rondoniense. Dados do IBGE indicam um crescimento demográfico específico em Rondônia, com destaque para cidades como Cacoal, que está em posição competitiva com Ariquemes e Ji-Paraná, refletindo as mudanças na dinâmica populacional do estado.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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