O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) realizou, em 30 de março de 2026, a primeira reunião de alinhamento para implementar o Programa Novos Caminhos no município de Porto Velho. O encontro teve como objetivo ampliar oportunidades de inclusão social e profissional para adolescentes em situação de acolhimento institucional.
O Programa Novos Caminhos, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), busca promover a autonomia e o desenvolvimento de adolescentes e jovens em acolhimento por meio de qualificação profissional e ações de inserção no mercado de trabalho.
Durante a reunião foram definidas estratégias para encaminhamento de adolescentes a vagas de aprendizagem e estágio, além da identificação de perfis profissionais compatíveis com as demandas das instituições parceiras. Também foi discutida a estruturação de um fluxo contínuo de acompanhamento e monitoramento dos participantes, visando dar maior efetividade às ações do programa.
Como parte dos encaminhamentos, foram planejadas visitas institucionais a parceiros estratégicos para fortalecer a rede de apoio e ampliar a oferta de oportunidades aos adolescentes. As visitas envolverão representantes da Coordenadoria da Infância, da Vara de Proteção à Infância e Juventude, do Núcleo Psicossocial e do setor de governança (GGOV).
Outro ponto destacado foi a divulgação de um processo seletivo aberto pelos Correios, com vagas destinadas a adolescentes vinculados ao programa. A articulação para a inscrição dos jovens será realizada em conjunto com as unidades de acolhimento, reforçando o compromisso com a inserção no mercado de trabalho.
Participaram da reunião autoridades e profissionais do sistema de proteção e do judiciário, entre eles:
- Desembargador Isaias Fonseca — supervisor da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de Rondônia;
- Fernanda Paradela — coordenadora;
- Juiz auxiliar da Corregedoria Marcelo Tramontini;
- Juíza da Vara de Proteção à Criança e ao Adolescente Kerley Alcântara;
- Viviani Bertola — assistente social gestora do programa junto ao CNJ;
- Maria de Fátima — psicóloga;
- Márcia Lima — assistente social;
- Coordenadoras das unidades de acolhimento que recebem os adolescentes.
Também foram registradas imagens que mostram diferentes momentos da reunião, reforçando o caráter coletivo das ações planejadas.
Com as definições tomadas, o TJRO e os parceiros reforçam o compromisso de articular oportunidades concretas de formação e trabalho para adolescentes em acolhimento, com acompanhamento contínuo para garantir a efetividade das medidas.