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  • 19 Apr, 2026

Estudo revela que restaurar áreas desmatadas na Amazônia pode gerar US$ 784 bilhões em 30 anos e remover 26 gigatoneladas de CO₂, promovendo desenvolvimento sustentável.

Um estudo realizado pelo projeto Amazônia 2030 em parceria com o CPI/PUC-Rio revela que a recuperação de áreas desmatadas na Amazônia pode gerar um retorno econômico significativo de US$ 784 bilhões ao longo de 30 anos, além de contribuir para a remoção de 26 gigatoneladas de CO₂ da atmosfera.

O levantamento introduz o Mecanismo de Reversão de Desmatamento (RDM), uma iniciativa que remunera a restauração florestal por meio do pagamento por cada tonelada de carbono recuperada. Os recursos financeiros para essa remuneração seriam obtidos pela venda de créditos de carbono a empresas e governos interessados em compensar suas emissões de carbono.

De acordo com os dados do estudo, o estado do Pará lidera o potencial de captura de carbono, podendo gerar até US$ 292 bilhões. Em seguida vêm Mato Grosso, com um potencial de US$ 221 bilhões, e Rondônia, com US$ 106 bilhões.

Os autores do estudo argumentam que a restauração da floresta não apenas ajuda a proteger o meio ambiente, mas também pode impulsionar a economia local, gerando renda e criando empregos, transformando a Amazônia em um motor de desenvolvimento sustentável.

Fonte das informações: Idaron