Carregando...

  • 19 Apr, 2026

A COP30 falha em estabelecer um prazo para a preservação ambiental, enquanto a Amazônia permanece ameaçada por práticas prejudiciais e desmatamento.

A COP30, conferência internacional esperada com grandes expectativas, não conseguiu atingir seus objetivos principais de definir um prazo final para o fim da destruição ambiental global e de iniciar medidas efetivas nesse sentido. O evento, realizado na Amazônia, tinha a proposta de trazer consequências locais imediatas, mas os impactos reais ainda precisam ser avaliados.

Há indícios de que aqueles que perpetuam a degradação ambiental, como grileiros, desmatadores e mineradores ilegais, não foram convencidos da gravidade de suas ações. Apesar de serem cientes dos impactos negativos que suas atividades causam ao bioma amazônico, continuam a atuar sem restrições, ignorando os conselhos e alertas sobre a importância da preservação da floresta.

Comparada à Rio92, a COP30 não trouxe os mesmos resultados positivos que impulsionaram o desenvolvimento sustentável. Apesar da divulgação de argumentos científicos robustos sobre a proteção ambiental, as ações concretas ainda são insuficientes. A falta de comprometimento e competência dos governos e organismos internacionais em parar aqueles que lucram com a destruição é evidente.

Em outra frente política, os rumores sobre a permanência do governador Marcos Rocha (União Brasil) no cargo estão se intensificando. Com essa possibilidade, o vice-governador Sergio Gonçalves pode estar desistindo de concorrer ao Palácio Rio Madeira. Contudo, não houve pronunciação oficial de Rocha sobre sua desistência para a candidatura ao Senado, enquanto sua esposa e outros membros de sua família seguem buscando cargos eletivos.

Além disso, o atual governo estadual de Rondônia planeja mudanças significativas na cúpula da saúde e segurança pública, enfocando candidatos à Câmara dos Deputados e em possíveis candidaturas ao governo. Braguin, por exemplo, surge como um nome forte em potencial, mas enfrenta resistência na classe política, a quem é visto como uma nova ameaça.

Com o aumento na quantidade de desincompatibilizações em várias esferas, Porto Velho também se prepara para a saída de secretários municipais que almejam cargos eletivos. Nomes como Paulo Moraes Filho e Jaime Gazola estão entre os possíveis candidatos a deputados, enquanto a vice-prefeita Magna dos Anjos Queiroz também junta-se à disputa na Assembleia Legislativa.

A situação política mostra um claro jogo de espera em relação às próximas eleições ao Senado e ao governo de Rondônia. Enquanto isso, figuras políticas como Marcos Rocha e Fernando Máximo aguardam as definições dos senadores Confúcio Moura e Marcos Rogério para a materialização de suas candidaturas.

Luciano Walerio, recentemente empossado no Diretório Municipal do MDB, enfatiza a reeleição do senador Confúcio Moura como um dos principais objetivos do partido. O MDB busca fortalecer sua base com novas lideranças, tendo em vista as eleições de 2026, e vai se organizando para formar chapas para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados.

Por fim, comerciantes da Avenida 7 de Setembro ressaltam a necessidade urgente de revitalização do centro histórico de Porto Velho, uma demanda que persiste ao longo de várias administrações municipais. A questão da segurança pública é constantemente abordada, já que muitos estabelecimentos enfrentam problemas com saques e violência, uma realidade que pode se agravar em ano eleitoral.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo