Guajará Mirim gasta meio milhão em festa e permanece abandonada
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Coronel Vital destaca a interligação entre facções criminosas e o setor financeiro, além de refletir sobre os desafios e estratégias de segurança em Rondônia.
Durante uma entrevista no Programa Conexão Rondoniaovivo, na última segunda-feira (8), o coronel Vital, titular da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania de Rondônia, abordou o problema das facções criminosas, descrevendo-as como organizações que operam como grandes empresas de transporte. Segundo ele, essas facções possuem recursos significativos e geram altos retornos financeiros.
Coronel Vital comentou sobre a Operação Carbono Oculto, coordenada pela Polícia Federal e outras entidades em São Paulo. Parte da operação ocorreu na avenida Faria Lima, um dos principais centros financeiros do Brasil, revelando a conexão entre o crime organizado, representado pela facção Primeiro Comando da Capital, e o sistema financeiro nacional.
O secretário chamou a atenção para a questão das pessoas envolvidas com o tráfico de drogas, afirmando que muitos são cidadãos respeitáveis, como empresários e políticos, que aparentam ter uma vida normal, inclusive frequentando igrejas. Ele questionou o porquê da dificuldade em fechar as fronteiras, sugerindo que há pessoas no ambiente militar que precisam de maior vigilância.
Ele fez menção aos atentados realizados por facções criminosas em janeiro, especialmente em Porto Velho, onde ocorreram incêndios em ônibus e homicídios. O coronel Vital admitiu que esses eventos representaram um desafio significativo para a segurança pública, mas destacou que lições valiosas foram aprendidas.
Com os investimentos feitos no mês de janeiro, a segurança pública de Rondônia se tornou mais unida e equipada, além de ter conquistado melhor credibilidade junto à população. Vital ressaltou a importância da comunidade no fornecimento de informações sobre atividades criminosas, garantindo que a identidade dos informantes permanece em anonimato.
Enfatizando a questão das fronteiras, o coronel mencionou que a construção da ponte Brasil-Bolívia, ligando Guajará-Mirim a Guayara-Mirim, está sendo avaliada em relação ao impacto na criminalidade. Essa ponte é considerada um dos principais corredores para o tráfico de cocaína na região.
Por fim, o coronel Vital destacou a necessidade de aumentar o efetivo das forças de segurança no estado. Atualmente, a Polícia Militar conta com cerca de cinco mil homens, a Polícia Civil, próximo de dois mil, e o Corpo de Bombeiros em torno de 800. Ele observou que o ideal seria que o efetivo da PM fosse de oito mil, alertando que a expansão da criminalidade, impulsionada pela construção da ponte, exige uma preparação imediata para evitar consequências sérias no futuro.
Fonte da imagem: Rondoniaovivo
Fonte das informações: Idaron
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