Carregando...

  • 18 Apr, 2026

O Porto Velho finalizou sua participação no Campeonato Brasileiro, mantendo um tabu: Rondônia, Amapá e Roraima nunca tiveram representantes na Série C.

No último final de semana, a equipe do Porto Velho concluiu sua participação na 17ª edição do Campeonato Brasileiro de futebol profissional, sob o formato de pontos corridos. Com o fim desta temporada, a equipe deu continuidade a um tabu que atinge os estados de Rondônia, Amapá e Roraima, os quais nunca tiveram um representante na Série C do campeonato, desde a reestruturação das divisões.

Esses três estados permanecem sem destaque no cenário do futebol brasileiro, evidenciando a fragilidade do esporte nessas regiões. A situação levanta questionamentos sobre o desenvolvimento do futebol local e a necessidade de investimentos e apoio.

Recentemente, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, foi homenageado pela Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE/RO) com o título de cidadão do estado. Essa homenagem ocorreu no início de julho, durante sua visita para entregar uma compensação referente à Copa do Mundo de 2014, um investimento que levou onze anos para ser plenamente direcionado a Rondônia.

No ano de 2024, o Porto Velho alcançou a fase final da Série D, mas não conseguiu o acesso, apesar das críticas da gestão do clube à falta de apoio das autoridades públicas. As direções ressaltam que o futebol pode movimentar quantias significativas quando valorizado adequadamente em regiões onde ele é forte.

Analisando o histórico do torneio, antes da atual estrutura de pontos corridos, a Série C contava com mais de 60 clubes. O Ji-Paraná foi a equipe de Rondônia com mais participações, tendo participado de oito edições do torneio entre 1992 e 2007. Além do Ji-Paraná, outros seis clubes do estado disputaram a Série C: Ariquemes (1995), Genus (2000 e 2001), CFA (2003), Ulbra Ji-Paraná (2006) e A.D. Jaruense (2007).

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo