BC exige comunicação ao Coaf de transferências cripto de 10000 US ou mais
Medida obriga comunicar ao Coaf transferências de cripto ≥US$10.000 entre carteiras autocustodiadas, entra em vigor em 1º/10/2026; inclui câmbio em espécie.
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Após o caso do cachorro Orelha, um vereador propõe a criação de um Cadastro Nacional de Agressores de Animais no Brasil para combater maus-tratos e reincidências.
O Brasil foi impactado recentemente pelo caso do cachorro conhecido como “Orelha”, que desapareceu e foi encontrado posteriormente com ferimentos severos, indicando violência extrema. Sem chances de recuperação, o animal precisou ser submetido à eutanásia.
A situação provocou revolta em todo o país, especialmente após a divulgação de vídeos em que adolescentes maltratavam o cão. Essas imagens de crueldade rapidamente se espalharam pelas redes sociais, gerando ampla repercussão.
O episódio desencadeou protestos e mobilizações online, gerando pedidos por punições rigorosas e reacendendo o debate sobre a eficácia das leis de proteção animal e a reincidência dos agressores.
Diante dessa situação, o vereador de Porto Velho, Dr. Breno Mendes (Fiscal do Povo), propôs uma iniciativa que visa transformar a indignação popular em uma política pública. Ele sugere a criação de um Cadastro Nacional de Agressores de Animais.
A proposta inclui a criação de um banco de dados que registrará indivíduos condenados por maus-tratos, abandono ou violência contra animais. O cadastro permitirá:
Segundo Dr. Breno Mendes, muitos casos de maus-tratos se repetem pela falta de controle e histórico acessível que poderiam auxiliar na prevenção.
“Não basta punir depois. Precisamos prevenir. Quem maltrata um animal não pode simplesmente voltar a ter outro como se nada tivesse acontecido,” afirmou o vereador.
Casos como o de Orelha não são isolados. Organizações de proteção animal relatam um aumento nas denúncias de maus-tratos, especialmente após a ascensão das redes sociais, que trouxeram à luz situações anteriormente invisíveis.
Especialistas indicam que a violência contra animais é um sinal importante de problemas sociais mais amplos, frequentemente associado a outros comportamentos agressivos.
A grande repercussão do caso trouxe à tona a necessidade de leis mais severas e mecanismos permanentes de controle sobre maus-tratos. A proposta do cadastro visa transformar esse clamor em uma realidade prática de responsabilização.
“Se a gente não cria consequências reais, a impunidade continua. O cadastro é proteção para os animais e segurança para a sociedade,” enfatizou Dr. Breno Mendes.
A iniciativa será discutida com outros parlamentares e entidades de proteção animal, buscando ampliar o debate em âmbitos estadual e federal. Enquanto isso, o caso de Orelha permanece como um símbolo da luta contra a crueldade animal e como um catalisador para possíveis mudanças legislativas.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
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