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  • 19 Apr, 2026

A insegurança na Amazônia cresce com crimes ambientais e a ausência do Estado, impactando empresas e a confiança da sociedade, revela estudo.

A sensação de insegurança nas áreas urbanas, especialmente em locais desprovidos de iluminação e presença do poder público, intensifica a vulnerabilidade da população a ataques criminosos. Essa realidade é observada em várias nações, onde o crime não apenas desafia, mas consegue infiltrar-se em instituições públicas. Recentemente, um estudo do Instituto Igarapé em parceria com a Amazon Investor Coalition, intitulado “Fora do radar”, destacou como crimes ambientais e a insegurança fundiária estão aprofundando a desconfiança entre empresas e comprometendo as metas climáticas na Amazônia.

O estudo revela a formação de um "ecossistema de crimes ambientais", no qual a ausência do Estado propicia um ambiente propício para atividades ilegais. As comunidades afetadas enfrentam uma realidade similar à de estar numa rua escura e deserta, onde a insegurança predomina. O massacre recente no Rio de Janeiro é um exemplo trágico dessa situação, tornando difícil a distinção entre inocentes e culpados.

Em Porto Velho, a situação dos moradores de rua se torna cada vez mais dramática, com a falta de assistência social visível na presença de pessoas em condições vulneráveis. Sem ajuda adequada das autoridades, muitos dependem do apoio de igrejas e reviram lixeiras à procura de alimento, refletindo uma crise social que se agrava ao longo dos anos.

A "Caminhada Esperança" é um movimento político emergente, organizado para as eleições gerais do próximo ano. Com a participação de nove partidos, já foram realizados encontros em várias cidades, incluindo Porto Velho e Ariquemes, com foco em questões regionais e formação de chapas para os cargos legislativos. O próximo encontro está agendado para o dia 22 em Rolim de Moura, finalizando os fóruns regionais em Vilhena, em 13 de dezembro.

As definições para as candidaturas do movimento começarão em março do próximo ano, com a escolha de candidatos ao governo do estado e ao Senado. O senador Confúcio Moura é um nome cogitado para a candidatura ao governo, enquanto o ex-senador Acir Gurgacz é mencionado como potencial candidato ao Senado. A intensificação dos preparativos para as convenções estaduais de julho será um passo crucial para a oficialização das candidaturas.

O Partido Liberal (PL) está em ascensão no estado de Rondônia, com a intenção de consolidar sua força política, como já ocorreu em eleições anteriores. O partido, liderado por figuras como Marcos Rogério e Coronel Chrisostomo, está recebendo novos membros durante a janela partidária em abril, quando os parlamentares têm a chance de trocar de sigla sem penalizações.

Em relação à reeleição, os parlamentares atuais da Assembleia Legislativa de Rondônia enfrentam a concorrência de vereadores da Câmara Municipal, que consistentemente ganham apoio nas eleições. Entretanto, muitos vereadores também lidam com questões de desgaste e denúncias, o que pode influenciar a percepção do eleitorado e sua futura atuação nas urnas.

Recentemente, o município de Jaru celebrou 44 anos de emancipação e se destacou como uma das maiores bacias leiteiras do estado de Rondônia. Em outras partes, o governador do Pará, Helder Barbalho, lidera as pesquisas para o Senado, enquanto a cidade de Cacoal projeta Joliame Fúria (PSD) como uma forte candidata à Câmara dos Deputados. Além disso, o governo brasileiro está reforçando a segurança na região de Tabatinga, localizada na tríplice fronteira do Amazonas, para combater o tráfico de drogas.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo