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  • 19 Apr, 2026

O governo Lula enfrenta atritos no Congresso, com a aprovação da indicação de Jorge Messias para o STF como teste para sua base de apoio.

Os atritos entre os três poderes da República — Executivo, Legislativo e Judiciário — frequentemente resultam em uma queda na popularidade de cada um, além de permitir que golpistas tentem se impor sob a justificativa de moralidade. O atual descontentamento entre o governo e os presidentes do Senado e da Câmara, no Brasil, está ligado à diminuição da popularidade do presidente Lula, que precisa do apoio do Centrão para governar efetivamente e preparar-se para as eleições do próximo ano.

A aprovação da indicação do advogado Jorge Messias para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) se configura como um teste crucial para o governo. O governo está utilizando sua estrutura de comunicação para pressionar o Congresso, destacando que a Noruega destinou mais recursos à proteção da Amazônia do que o próprio Congresso Nacional desde 2015. Tal comparação busca gerar constrangimento nos parlamentares.

Caso a nomeação de Messias seja aprovada e a prisão de Bolsonaro ocorra, o governo poderá considerar isso como uma vitória significativa, especialmente após enfrentar tarifas pesadas durante a administração de Donald Trump. No entanto, a não aprovação deixaria o governo vulnerável a novos ataques políticos.

Rondônia enfrenta desafios significativos no setor aéreo, onde um cartel formado por empresas como Latam, Gol e Azul reduziu as atividades e aumentou as tarifas, especialmente próximo ao fim do ano, gerando superlotação e passagens caras. A falta de representação política efetiva tem contribuído para essa situação, evidenciando a necessidade de renovação nos quadros políticos do estado.

Os pré-candidatos a cargos estaduais já estão em busca de aliados para suas campanhas eleitorais. O prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, procura um candidato a vice em Porto Velho, enquanto o vice-governador Sergio Gonçalves e o ex-prefeito Hildon Chaves estão observando possíveis vices em Ji-Paraná, um colégio eleitoral significativo e bastião do pré-candidato Marcos Rogério. Confúcio Moura, por sua vez, demonstra interesse em selecionar um vice da mesma região.

A competição entre os novos postulantes a deputados federais já começou, com diversas figuras políticas de destaque se preparando para desafiar os atuais parlamentares, que têm desempenho considerado insatisfatório. Nomes como o pastor Sebastião Valadares, a ex-juíza Euma Tourinho e o ex-senador Amir Lando estão entre os que buscam apoio para suas candidaturas.

No Vale do Jamari, a situação é semelhante, com os deputados federais, Thiago Flores e Rafael Fera, buscando garantir suas reeleições. O clã Folador pode lançar Lucas Folador como candidato, enquanto o MDB promete uma candidatura robusta sob a liderança do senador Confúcio Moura.

Com as eleições de 2026 se aproximando, nomes como o vereador Márcio Parcele e o secretário Paulo Moraes Filho aparecem como potenciais renovadores na Assembleia Legislativa. Ambos estão se posicionando estrategicamente para ganhar destaque durante a campanha.

Por fim, a oposição tem enfrentado dificuldades para se manifestar na Assembleia Legislativa de Rondônia, levando a uma aparência de conformismo entre os parlamentares. Por outro lado, há otimismo quanto ao movimento comercial da capital, com a Câmara dos Diretores Lojistas de Porto Velho planejando campanhas especiais para as festividades de fim de ano, incentivando o consumo nas principais áreas comerciais da cidade.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo