Instabilidade global do GPS afeta frota E2 da Azul
Companhia aérea reajusta malha e horários por instabilidade no sistema de navegação; passageiros enfrentam cancelamentos e recebem assistência prevista pela Anac
Carregando...
Censo 2022: 5,2% de rondonienses vivem em favelas, concentradas em Porto Velho; diagnóstico aponta avanço nacional da ocupação em áreas sem infraestrutura.
5,2% da população de Rondônia vive em favelas e aglomerados subnormais, segundo o Censo Demográfico 2022 do IBGE. O índice é inferior à média nacional, mas aponta desafios persistentes relacionados à moradia e à urbanização no estado.
No Brasil, o levantamento identificou 16,4 milhões de pessoas vivendo em 12.348 favelas, o equivalente a 8,1% da população. O percentual cresceu em relação a 2010, quando era de 6,0%, indicando expansão das ocupações em áreas com infraestrutura precária.
A região Norte concentra os maiores índices: Amazonas (34,7%), Amapá (24,4%) e Pará (18,8%). Em contraste, Mato Grosso do Sul (0,6%), Goiás (1,3%) e Santa Catarina (1,4%) registraram as menores proporções.
No caso de Rondônia, o IBGE identificou 74 aglomerados subnormais, dos quais 68 estão em Porto Velho. Na capital, 17,3% da população vive nessas áreas, com destaque para o bairro Nacional — apontado como um dos maiores do país — e o Jardim Santana II.
Os dados sugerem limitações de acesso a serviços básicos nessas localidades, como saneamento, segurança e infraestrutura urbana, o que exige leitura estratégica das autoridades sobre políticas habitacionais e urbanísticas.
Especialistas relacionam o crescimento das favelas à expansão desordenada das cidades, ao déficit habitacional e às desigualdades sociais. Em Rondônia, o avanço urbano acelerado, especialmente em Porto Velho, pressiona a ocupação de áreas irregulares.
Para conter a tendência de ampliação dessas áreas, o diagnóstico indica necessidade de ações coordenadas de habitação, regularização fundiária e planejamento urbano. Sem intervenções estruturadas, a ocupação irregular tende a acompanhar o crescimento populacional e a migração interna.
O Censo 2022 consolida um quadro: a presença de favelas é um problema estrutural e crescente, que exige políticas públicas contínuas e planejamento para evitar a piora das condições de vida das populações afetadas.
Fonte das informações: IBGE — Censo Demográfico 2022
Companhia aérea reajusta malha e horários por instabilidade no sistema de navegação; passageiros enfrentam cancelamentos e recebem assistência prevista pela Anac
Corpo de Larissa Brito foi achado no carro do ex-namorado, preso em flagrante; família relata dois anos de perseguição e pede apoio do Itamaraty.
Taraneh Rahimi foi sentenciada à pena capital por acusação de homicídio ligada aos protestos de janeiro; há relatos de tortura; irmã cumpre 36 anos.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.