BC exige comunicação ao Coaf de transferências cripto de 10000 US ou mais
Medida obriga comunicar ao Coaf transferências de cripto ≥US$10.000 entre carteiras autocustodiadas, entra em vigor em 1º/10/2026; inclui câmbio em espécie.
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O presidente do CFM, Hiran Galo, é acusado de desviar a medicina para o terreno da ideologia, prejudicando a credibilidade da profissão e desconsiderando a ciência.
O histórico do médico Hiran Galo, atual presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), revela uma tendência preocupante que não se trata de um mero acaso ou mal-entendido, mas sim de uma estratégia deliberada. Galo tem transformado a função do CFM em um espaço de promoção de ideologias que se afastam da ciência e da ética médica.
Com um currículo que deveria ser motivo de orgulho, Hiran, ao invés disso, tem envergonhado a classe médica e a população de Rondônia, contribuindo para um vexame nacional. A situação preocupa, especialmente ao considerar que o líder de um órgão representativo da medicina brasileira age como um comentarista em redes sociais, utilizando a posição institucional para disseminar opiniões controversas.
As últimas ações do CFM, sob sua presidência, evidenciam essa mudança de postura. Médicos respeitáveis têm denunciado há anos que o conselho tem abandonado as bases científicas, flertando com concepções supersticiosas e negacionistas. A convocação de Hiran para prestar esclarecimentos não deve ser vista como uma perseguição, mas como uma resposta lógica ao desvio de sua atuação em relação à medicina baseada em evidências.
Um episódio emblemático foi a abertura de um processo contra médicos que atenderam o ex-presidente Jair Bolsonaro, após uma queda ocorrida nas dependências da Polícia Federal. Essa ação foi realizada sem indícios técnicos ou infrações éticas que a justificassem, revelando uma subserviência política que gerou constrangimento a tal ponto que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, teve que revogar a decisão, enfatizando que o conselho não deve se comportar como uma milícia ideológica.
A medicina deve ser fundamentada em evidências e rigor científico, não em opiniões pessoais ou modismos. Quando a diretoria do CFM ignora a ciência em favor de ideologias, causa um impacto significativo, colocando em risco a saúde da população e destrói a confiança que a sociedade deposita na profissão médica.
O negacionismo de Hiran Galo não deve ser visto como um aspecto isolado, mas como uma diretriz na condução do CFM. Ao apoiá-lo em sua presidência, o conselho abraça essa postura, o que apenas agrava a crise de credibilidade enfrentada pela medicina. A troca da ciência por ideologias resulta em um ambiente de ignorância que compromete a profissão.
É fundamental reconhecer que a medicina brasileira possui um legado rico e amplo, diferente da imagem promovida por Hiran Galo. Este cenário danoso, em que se prefere o aplauso do extremismo à seriedade das práticas científicas, representa um diagnóstico muito grave para a saúde pública.
Edson Silveira
Advogado, administrador, professor, membro da executiva estadual do PT/RO e pré-candidato a deputado federal pelo PT/RO
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Edson Silveira
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