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  • 18 Apr, 2026

A ausência de ações sociais em Porto Velho agrava a insegurança no centro, levando comerciantes a arrombamentos constantes e fechamento de estabelecimentos.

A ausência de ações efetivas do serviço social no Centro de Porto Velho tem impactado negativamente os comerciantes da região. A alta quantidade de moradores de rua tem gerado constantes arrombamentos em estabelecimentos comerciais, resultando em prejuízos que levaram alguns a fechar suas portas. Além disso, os prédios públicos também vêm sendo alvo de saques, onde fios elétricos e ferragens são furtados e vendidos como sucatas.

Segundo George Telles, presidente da Associação dos Ferroviários da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, comerciantes da avenida Farquar, situada em frente à praça da EFMM, relatam que foram ameaçados por usuários de drogas que habitam a área. “Assim que os viciados desocuparam o imóvel, saquearam tudo e nenhuma autoridade se posicionou sobre o fato”, declarou Telles.

Os furtos são uma ocorrência diária nos comércios do centro da capital. Informações indicam que as estruturas metálicas furtadas, como portas, janelas e grades, são frequentemente revendidas como sucatas. Este tipo de crime parece ter como objetivo sustentar o vício dos moradores em situação de rua.

Os prédios públicos também não estão imunes a esse tipo de crime. A antiga Delegacia da Mulher, por exemplo, foi depredada por moradores de rua, que levaram tudo que poderia ser removido, principalmente objetos metálicos para revenda.

Telles expressou sua indignação ao afirmar: “Isso é um descaso muito grande e precisa de solução urgente. Os comércios não podem fechar as portas por causa da criminalidade. Essa perturbação de sossego acontece dia e noite e ninguém suporta mais”.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo