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Estudo revela que 26,8% da população brasileira enfrenta transtornos de ansiedade, com aumento nos atendimentos ambulatoriais. Profissionais da advocacia buscam apoio psicológico.
A saúde mental é um dos maiores desafios enfrentados globalmente, e a situação se agravou com a pandemia de Covid-19, que resultou em mudanças severas no estilo de vida, isolamento social e um aumento no número de perdas. Esse contexto impactou diretamente o comportamento das sociedades, levando a um crescimento significativo de casos de depressão, ansiedade e síndrome de Burnout.
No Brasil, a realidade é semelhante. De acordo com a pesquisa Covitel 2024, cerca de 56 milhões de brasileiros, representando 26,8% da população, vivem com transtornos de ansiedade. O aumento dessa preocupação se reflete nos registros de atendimentos ambulatoriais no SUS, que totalizaram 671.305 entre janeiro e outubro de 2024, marcando um crescimento de 14,3% em relação ao período anterior.
As doenças mentais afetam todos os segmentos da população, incluindo os profissionais da advocacia. Em resposta a esse cenário, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil elaborou a Cartilha da Saúde Mental da Advocacia, oferecendo orientações e estratégias para enfrentamento desses transtornos.
No estado de Rondônia, a saúde mental dos advogados também é um tema de preocupação. A advogada Tícia Alves (nome fictício) compartilhou suas experiências com conflitos internos que afetaram seu desempenho profissional e seu convívio social. A pressão crescente resultou em episódios de isolamento e recusa em participar de atividades sociais e profissionais que antes eram naturais para ela.
“Nos últimos anos, enfrentei conflitos internos intensos, como baixa autoestima e desânimo, que afetaram meu trabalho. Com isso, comecei a evitar compromissos e a me isolar. Este quadro culminou em problemas financeiros, devido à minha incapacidade de manter a rotina”, declarou Tícia.
Ela relatou que, em menos de um ano, ganhou 33 quilos e desenvolveu fobias, o que a levou a sentir-se incapaz de frequentar espaços públicos e sociais. Sua virada ocorreu após assistir a um vídeo da Caixa de Assistência dos Advogados de Rondônia (Caaro), que a motivou a buscar ajuda profissional. Com o atendimento da psicóloga Jaqueline Lima, ela foi diagnosticada com transtornos de ansiedade, depressão e distúrbios do sono, iniciando assim um tratamento que considera essencial.
A psicóloga Jaqueline Souza, que atende advogados pela Caaro desde 2022, notou um aumento nos transtornos mentais nesse grupo. Entre os problemas mais recorrentes estão a ansiedade generalizada, depressão e síndrome de Burnout, condições frequentemente relacionadas à intensa carga de trabalho e à competitividade no setor jurídico.
Além disso, Jaqueline observou que a busca por ajuda varia entre gêneros: as advogadas tendem a procurar apoio preventivamente, enquanto os advogados, em geral, procuram atendimento apenas quando os sinais da crise já estão manifestos.
A presidente da Caaro, Aline Silva, destaca a importância de criar um ambiente acolhedor para os advogados que buscam apoio. Ela reforça que a advocacia é marcada por altas exigências, e muitos profissionais lidam com estresse, ansiedade e exaustão.
A Caaro atualmente disponibiliza psicólogos para oferecer suporte aos advogados, abordando entre outros males o transtorno de ansiedade generalizada, depressão e distúrbios do sono. Aline enfatiza que a gestão da Caaro está comprometida em oferecer um espaço seguro e acolhedor, promovendo ações para combater o tabu que ainda existe em torno da saúde mental na advocacia.
Fonte da imagem: OAB-RO
Fonte das informações: Rondoniaovivo / Solano Ferreira
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