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  • 18 Apr, 2026

O Senado aprovou o polêmico Projeto de Lei da Dosimetria, que pode reduzir penas para crimes em contextos semelhantes, gerando protestos e oposição popular.

O Congresso Nacional enfrenta críticas por seu distanciamento da realidade da população brasileira, evidenciado pela recente aprovação do Projeto de Lei da Dosimetria, que ocorreu na quarta-feira (17) com 48 votos a favor e 25 contra no Senado. Este projeto, que visa a redução de penas para réus condenados por crimes em um mesmo contexto, gerou descontentamento, visto que várias manifestações em diversas cidades contra a anistia a participantes do vandalismo de 8 de janeiro ocorreram no domingo (13). Uma pesquisa da AtlasIntel, recentemente divulgada, revela que 63,3% da população se opõe ao projeto.

Críticos do projeto, incluindo operadores do direito, aponta que ele pode promover penas excessivamente brandas e desconsiderar fatores importantes, como reincidência e a gravidade do crime. O projeto segue agora para a sanção do presidente Lula, que deverá decidir se veta ou promulga a Lei, enquanto líderes de partidos já solicitam a suspensão do projeto no Supremo Tribunal Federal.

Um dos pontos controversos é que a proposta pode permitir a redução da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a mais de 27 anos, para apenas dois anos e quatro meses. Especialistas afirmam que isso poderia incentivar novas ações golpistas, dado que a lei de execução penal é abrangente e não pode ser aplicada seletivamente.

Em um desenvolvimento paralelo, a Câmara dos Deputados decidiu, após pressão, cassar os mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, ambos do PL. Essa decisão surge após suas condenações relacionadas a tentativas de golpe, mas permanece a incerteza sobre a possível extradição para o Brasil.

No último dia 19, uma operação da Polícia Federal mirou os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, também do PL, relacionados a possíveis desvios de recursos públicos. Durante a operação, foram descobertos R$ 400 mil em dinheiro em um dos apartamentos. Essa ação é parte de uma investigação maior sobre irregularidades envolvendo a cota parlamentar.

Internacionalmente, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou mudanças nas regras federais sobre a maconha, reduzindo as restrições e classificando-a como uma droga menos perigosa. Essa mudança poderá ter repercussões na indústria de cannabis e investimentos em pesquisas.

Na esfera local, o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destacou-se em uma pesquisa como o terceiro mais bem avaliado entre prefeitos de capitais, com 75% de aprovação, o que ele atribui ao trabalho conjunto com a população.

Em um contexto de preocupação ambiental, o Brasil observa a produção do tambaqui, peixe típico da Amazônia, sendo realizado em larga escala na China. Isso levanta questões sobre a proteção da indústria nacional e a necessidade de investimentos em produção local.

A intolerância religiosa também continua a ser um problema grave no Brasil, como demonstrado por um incidente recente em São Francisco do Guaporé, onde um pastor invadiu e destruiu um centro de Umbanda. O infrator foi preso, mas liberado posteriormente, com a sociedade clamando por maior respeito e tolerância religiosa.

Dados do Observatório Estadual de Segurança Pública revelam que Rondônia registrou 25 assassinatos de mulheres em 2025, evidenciando a violência de gênero no estado. Iniciativas para a proteção das mulheres, como a criação de delegacias especializadas, permanecem urgentes.

Na saúde, o Barco Hospital Walter Bartolo, que sofreu um naufrágio, está prometido para reforma, evidenciando a necessidade de melhor atendimento às comunidades ribeirinhas.

A recente conquista da empresa InterFrazão no Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior destaca o potencial de Rondônia em promover a diversidade racial no mercado de trabalho.

Por fim, a Coluna Semanal deseja um Natal cheio de paz e harmonia para todos, incentivando a reconciliação e a celebração entre famílias.

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