MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi
MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi; pioneiro na informatização e gestão institucional, deixa legado em modernização administrativa.
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O naufrágio do Barco Hospital Walter Bartolo em Guajará-Mirim acarretou prejuízos significativos ao atendimento de saúde nas comunidades ribeirinhas. O governo estima que o conserto custará R$ 4 milhões.
Um sinistro envolvendo a unidade hospitalar móvel flutuante do governo de Rondônia resultou em sérios prejuízos financeiros e comprometeu os atendimentos de saúde nas comunidades ribeirinhas ao longo dos rios Mamoré e Guaporé, que fazem fronteira com a Bolívia. As estimativas para o resgate e reforma da embarcação podem ser equiparadas ao custo de uma nova unidade.
O Barco Hospital Walter Bartolo naufragou na cidade de Guajará-Mirim na madrugada do dia 30 de abril. Até o momento, o valor total dos danos ainda não foi determinado. O secretário estadual de Saúde, coronel Jefferson Rocha, informou que o conserto da embarcação está orçado em R$ 4 milhões, o que inclui ajustes para que ela possa ser utilizada novamente e ser devidamente mobiliada. “Vamos abrir um processo de forma emergencial para isso”, afirmou.
O custo da operação para o resgate da embarcação do local do naufrágio foi de R$ 2 milhões. O Barco Hospital Walter Bartolo, que estava em funcionamento desde 2016, tinha um valor estimado em R$ 4 milhões e atendeu populações ribeirinhas, indígenas e quilombolas do Brasil e da Bolívia.
Antes do acidente, a embarcação estava equipada com consultórios médicos, salas de enfermagem, triagem, nebulização, procedimentos e curativos, além de uma sala de coleta e laboratório, farmácia, cozinha e lavanderia. O secretário declarou que os equipamentos médicos não foram perdidos no incidente. “Tudo havia sido retirado antes e retornado para as unidades de saúde, já que não estava em missão”, explicou.
A operação do Barco Hospital Walter Bartolo era gerenciada pelo Governo de Rondônia e fazia parte de um projeto social da concessionária da Usina Hidrelétrica Jirau, a Energia Sustentável do Brasil (ESBR), que visava compensar os impactos sociais gerados pela construção da usina. A embarcação foi adquirida durante a gestão do ex-governador Confúcio Moura (MDB) por um valor estimado de R$ 4 milhões.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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