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  • 19 Apr, 2026

A COP30 gera expectativa sobre soluções climáticas, enquanto o Brasil se destaca em inovações agrícolas para o espaço e adaptações em ambientes hostis.

Com a atenção internacional voltada para os desdobramentos da COP30, cresce a percepção de que os alertas apocalípticos lançados por ativistas climáticos nos últimos 25 anos podem não ter sido eficazes. Apesar de eventuais avanços que possam ser anunciados durante a conferência, a intenção predominante parece ser a busca por soluções para mitigar os impactos ambientais, especialmente relacionados à floresta.

Um exemplo recente dessa busca por inovação é o I Simpósio Internacional em Agricultura Espacial, realizado em outubro de 2023 em São José dos Campos, São Paulo. O evento destacou a necessidade de desenvolver a agricultura no espaço, um aspecto crucial para futuras missões que exigirão produção de alimentos durante longas viagens. Para aqueles que permanecerem na Terra, a adaptação às condições ambientais transformadas é uma realidade iminente, e os resultados desses estudos serão valiosos.

O Brasil tem potencial para se destacar no setor agroespacial. Com o Programa Artemis estabelecendo uma base lunar permanente, o país poderá assumir uma posição de liderança em agricultura espacial por meio da Rede Space Farming Brazil. A adaptação das práticas agrícolas às condições do espaço representa um desafio comparável à produção em climas severos na Terra.

Na esfera política, candidatos ao Senado e ao governo de Rondônia se empenham na busca pelo controle de seus partidos em meio à desconfiança nas fidelidades políticas. O histórico de conflitos internos, como a batalha do MDB, onde o senador Confúcio Moura superou o grupo do ex-governador Valdir Raupp, ilustra a necessidade de garantir a liderança nas convenções eleitorais.

As traições nas convenções partidárias são uma constante na política rondoniense. Um exemplo marcante ocorreu em 2002, quando o então prefeito de Rolim de Moura, Ivo Cassol, foi endossado por seu partido, o PSDB, mesmo quando muitos membros demonstraram apoio ao adversário. Após um discurso que galvanizou seus apoiadores, Cassol foi eleito governador e reeleito posteriormente.

Para as convenções de julho do próximo ano, que homologarão candidaturas de estaduais a governador, o PL se destaca como o partido proeminente em Rondônia, sob a direção do senador Marcos Rogério. As candidaturas ao Senado permanecem em aberto, com a possibilidade do deputado federal Fernando Máximo se candidatar.

O atual governador, Marcos Rocha, que pretende concorrer a uma vaga no Senado, lida com a falta de controle sobre o União Brasil, partido com o qual tem uma federação. A liderança do partido está com os irmãos Gonçalves, sendo que o vice-governador já expressou sua intenção de se reeleger. Rocha terá que estabelecer negociações complicadas para garantir sua candidatura, dado o descontentamento interno.

Outras lideranças partidárias em Rondônia incluem ex-prefeito Hildon Chaves, que controla o PSDB, e Acir Gurgacz, à frente do PDT. O atual prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, lidera o Podemos, enquanto a deputada Silvia Cristina tomou o PP das mãos do ex-governador Cassol. Além destes, outros partidos com figuras proeminentes incluem o PSB, PC do B, PT, entre outros, totalizando 30 legendas registradas, com destaque para o novo partido denominado Missão.

Fonte das informações: Rondoniaovivo