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  • 17 Apr, 2026

Cientistas alertam que, se o desmatamento da Amazônia ultrapassar 25%, a floresta iniciará processo irreversível de savanização; já passamos de 20%.

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Cientistas alertam para dois riscos simultâneos que podem acelerar uma crise global: a escalada armamentista, medida simbolicamente pelo Relógio do Juízo Final criado pelo Boletim dos Cientistas Atômicos, e o avanço da destruição da Amazônia. O relógio, cujo ponteiro dos minutos avança com o uso de armas de destruição em massa, foi recuado em várias ocasiões desde a década de 1950 graças a acordos internacionais, mas retrocessos ou novos conflitos podem aproximar a humanidade da chamada “meia-noite”.

Pesquisadores da Amazônia alertam que a floresta pode entrar em um processo irreversível de savanização se a destruição superar 25% de sua área. Hoje, a devastação já ultrapassa 20%, o que, segundo esses estudos, coloca a região em risco crescente de perda de resiliência climática e de serviços ambientais essenciais.

Ambos os cenários — militar e ambiental — funcionam como indicadores de risco: enquanto políticas de paz e acordos ambientais retardam a aproximação da catástrofe, conflitos armados e desmatamento acelerado podem reverter ganhos e provocar danos de longa duração.

Agenda política em Porto Velho: O ex-senador Acir Gurgacz, presidente estadual do PDT, cumpre agenda em Porto Velho reunindo aliados e costurando alianças para as eleições de outubro. O PDT integra uma aliança com o MDB do senador Confúcio Moura, tem recebido novas filiações e organiza nominatas para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados. Gurgacz, liberado pelas instâncias eleitorais, está confirmado como candidato ao Senado e já planeja plataforma e campanha.

Pesquisas para 2026: Especialistas e observadores políticos criticam a qualidade e a parcialidade de sondagens realizadas no início do ciclo eleitoral de 2026. A reclamação central é que muitos levantamentos atendem a interesses dos contratantes e, em alguns casos, não incluem todos os nomes de candidatos a governador em Rondônia, o que reduz a confiabilidade dos resultados.

Hidrovias e o setor agropecuário: Lideranças do agronegócio protestam contra a retirada das hidrovias do Madeira, Tocantins e Tapajós do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e de sua exclusão do Plano Nacional de Desestatização. A inclusão no PPI teria atraído cerca de R$ 109 milhões em investimentos privados, segundo estimativas citadas por representantes do setor. A hidrovia do Madeira, que liga Rondônia ao Amazonas, foi destacada como fundamental para o escoamento da produção industrial da Zona Franca e para o recebimento de insumos vindos do Sul do país.

Governo estadual e acordo sobre diesel: O governador de Rondônia, Marcos Rocha (PSD), foi alvo de críticas por não aderir a um acordo nacional para mitigar os impactos do reajuste no preço do óleo diesel. Auxiliares defendem que o estado enfrenta limitações orçamentárias e prioriza o pagamento em dia dos servidores, alegando incapacidade de disponibilizar recursos extras sem comprometer a gestão. A decisão gerou debate sobre a capacidade financeira do governo e seu impacto no controle dos preços dos combustíveis.

MDB em reorganização: Após um ano marcado por perdas de quadros durante a janela de transferências partidárias e com a indefinição sobre a candidatura à reeleição do senador Confúcio Moura, o MDB prepara convenções em julho para compor nominatas à Assembleia Legislativa. O secretário José Luiz Lenzi vem recrutando novos integrantes para reforçar a legenda; veteranos como o ex-senador Valdir Raupp e a ex-deputada federal Marinha não devem concorrer neste pleito.

Via Direta — notas rápidas:

A penitenciária federal de Porto Velho continua recebendo detentos de alto risco, aliviando tensões em presídios dos estados do Sul e do Sudeste.

Autoridades e observadores apontam que a região amazônica segue suscetível à influência de facções criminosas ligadas ao narcotráfico.

A veterana ex-deputada estadual Rosária Helena foi confirmada como candidata à Câmara dos Deputados pela Bacia Leiteira; seus principais adversários locais apontados são o deputado federal Lúcio Mosquini e o ex-prefeito de Jaru José Amauri.

Foto: Divulgação

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Carlos Sperança