Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
Carregando...
O CNJ, Anac e SAC firmam acordo para reduzir judicialização no setor aéreo. A parceria inclui o sistema Anac-Jud para agilizar processos judiciais.
Na quinta-feira, 18 de setembro, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Secretaria de Aviação Civil do Ministério de Portos e Aeroportos (SAC/MPor) firmaram um acordo de cooperação técnica com o intuito de promover ações conjuntas que melhorem a regulação e a governança pública no setor aéreo, além de reduzir a judicialização excessiva.
O presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, destacou que o Brasil enfrenta um alto volume de processos judiciais, sendo que os litígios envolvendo empresas aéreas constituem uma parcela significativa dessa carga. Barroso enfatizou a necessidade de enfrentar a litigância abusiva que sobrecarrega o Judiciário e gera custos para as companhias aéreas, mesmo em defesas bem-sucedidas.
Um aspecto importante do acordo é o novo sistema eletrônico denominado Anac-Jud, que fornecerá informações sobre voos aos magistrados. De acordo com Barroso, essa ferramenta permitirá aos juízes determinar se a responsabilidade por atrasos ou cancelamentos é da companhia aérea ou de terceiros, como problemas técnicos nos aeroportos ou condições climáticas adversas.
O acordo visa não apenas reduzir a judicialização, mas também inclui ações de capacitação para membros do Judiciário em parceria com a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam). Durante essa capacitação, serão disponibilizadas informações detalhadas sobre aviação civil, visando uma tomada de decisão mais alinhada com a realidade operacional do setor.
O evento de assinatura contou com a presença de Tomé França, secretário executivo do Ministério de Portos e Aeroportos; Thiago Chagas Faierstein, diretor-presidente da Anac; e Daniel Longo, secretário da SAC.
O diretor-presidente da Anac ressaltou a importância do acordo para o desenvolvimento do setor aéreo no Brasil, onde cerca de 90% dos processos judiciais contra companhias aéreas no mundo são registrados. A judicialização, segundo ele, representa de 5% a 10% do custo das passagens aéreas. Com o ACT, espera-se não apenas fornecer informações que agilizem o trabalho dos juízes, mas também coibir a litigância excessiva.
Outro ponto destacado na parceria é o compartilhamento de dados técnicos e estatísticas. O serviço de comunicação eletrônica entre a Anac e o CNJ, exclusivo para magistrados, fornecerá informações como horários de voos, pontualidade, o itinerário das aeronaves e condições meteorológicas dos aeroportos de origem e destino.
A primeira versão dessa ferramenta estará disponível a partir de outubro e futuramente será integrada à Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ), permitindo que os juízes acessem diretamente as informações necessárias para o andamento de processos relacionados ao transporte aéreo.
Além das iniciativas já mencionadas, o ACT também contempla a realização de estudos, eventos e ações educativas, incluindo campanhas, oficinas e programas de capacitação.
Fonte da imagem: Antonio Augusto/STF
Fonte das informações: Agência CNJ de Notícias
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
Rosangela Donadon protocolou ao DER pedido de patrolamento e encascalhamento em 35,35 km da RO-445, em Vilhena, para restaurar trafegabilidade e segurança.
Governo de Rondônia recupera Linha 67 até Rio Pardo após indicação de Alan Queiroz; DER executa patrolamento, cascalhamento e drenagem, melhorando tráfego.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.