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  • 18 Apr, 2026

Deputado Coronel Chrisóstomo criticou o aumento do pedágio na BR-364 em Rondônia, alegando descumprimento contratual e falta de obras prometidas. Ele já recorreu à Justiça para reverter a cobrança.

O deputado federal Coronel Chrisóstomo (PL) manifestou-se, nesta quinta-feira (29), contra o aumento da tarifa do pedágio na BR-364 em Rondônia. Ele argumenta que a cobrança foi implementada sem que as exigências contratuais tivessem sido atendidas, classificando o reajuste como indevido.

Em um vídeo nas redes sociais, o parlamentar revelou que a maioria dos deputados de Rondônia é contra o modelo de leilão que concedeu a BR-364 à iniciativa privada. Ele mencionou que chegou a recorrer à Justiça Federal para tentar bloquear a concessão antes do leilão, embora seu esforço não tenha sido bem-sucedido.

“Nós parlamentares, exceto o senador Confucio de Moura, todos nós votamos contra esse leilão para a concessão da 364 do jeito que está. Eu entrei, inclusive, na justiça em São Paulo, na justiça federal, para impedir o leilão. Não deu certo. Perdi”, afirmou Chrisóstomo.

Com a crescente controvérsia sobre o assunto em Rondônia, outros parlamentares e representantes de setores produtivos também criticaram a cobrança antecipada e os altos valores do pedágio, considerados entre os mais altos do Brasil. Em resposta, Coronel Chrisóstomo informou que apresentou nova ação na Justiça Federal para anular a cobrança e restaurar os valores anteriores, com o intuito de dialogar com a população sobre os preços do pedágio.

O deputado acrescentou que obteve informações de órgãos reguladores indicando que a concessionária aumentou o valor do pedágio em cerca de 10%, mesmo com as normas contratuais proibindo aumentos nos primeiros 12 meses de operação. “Nenhuma concessão pode aumentar nenhum valor antes de um ano. Eles realizaram isso? Está errado. Está errado”, ressaltou.

Além disso, Chrisóstomo criticou a cobrança já iniciada, enfatizando que as obras de melhoria, como a duplicação do trecho, ainda não foram realizadas, embora tivessem sido acordadas para autorizar a cobrança. “Veio o acordo de eles realizarem a cobrança do pedágio quando eles começassem a realizar as obras na BR. Nada fizeram ainda, nada. Já começaram a cobrar”, concluiu.

Fonte da imagem: Assessoria

Fonte das informações: Assessoria