Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
Carregando...
A CPMI do INSS ouviu testemunhas sobre fraudes contra aposentados, abordando a polêmica de um acordo que exige renúncia de processos judiciais para ressarcimento.
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do roubo do INSS ouviu, nesta quinta-feira (28), a defensora pública da União Patrícia Bettin, que depôs como testemunha sobre as ações de um grupo de trabalho dedicado a investigar fraudes contra aposentados e pensionistas. Durante a audiência, o deputado federal Coronel Chrisóstomo (PL-RO) questionou a legalidade de um acordo que exige dos beneficiários a desistência de processos judiciais em troca do ressarcimento administrativo.
Patrícia Bettin informou que a Defensoria Pública da União (DPU), em colaboração com o Ministério Público Federal (MPF), o INSS e outras entidades de controle, esteve envolvida nas investigações entre fevereiro de 2024 e maio de 2025. As denúncias que levaram à operação da Polícia Federal, iniciada em abril deste ano, provieram, principalmente, de comunidades remotas, indígenas e quilombolas.
O deputado Coronel Chrisóstomo questionou a posição da DPU em relação à adesão ao acordo, enfatizando que a defensoria deveria defender os mais vulneráveis. “Se é defensoria pública para defender os mais vulneráveis, não cabe aceitar esses termos para que os nossos aposentados e pensionistas não recorram à Justiça. É direito de todo cidadão buscar reparação judicial quando é vítima de crime,” afirmou.
Além disso, Chrisóstomo criticou o governo federal pela gestão do ressarcimento, argumentando que os recursos utilizados para compensar os beneficiários deveriam ser recuperados daqueles que cometeram os delitos, e não com dinheiro dos contribuintes. “Esse dinheiro deve sair de quem roubou, de associações, entidades e sindicatos, e não do bolso do povo brasileiro,” acrescentou.
O acordo em questão estabelece que aposentados e pensionistas, que sofreram descontos indevidos, só receberão o reembolso dos valores ao assinarem um termo de adesão, que pode ser realizado pelo aplicativo Meu INSS ou nas agências dos Correios. Essa adesão implica a renúncia ao direito de ação judicial em troca da restituição administrativa.
Chrisóstomo reiterou sua posição de defesa dos vulneráveis, afirmando que a DPU deveria se opor a esse procedimento. Ele destacou a triste situação de indígenas, quilombolas, analfabetos e idosos, que se veem forçados a assinar acordos que os impedem de recorrer ao Judiciário.
A CPMI do INSS prosseguirá com as oitivas na próxima segunda-feira (1º), quando será ouvido o advogado Eli Cohen, que conduziu investigações independentes e foi fundamental na revelação de descontos ilegais em aposentadorias e pensões. O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), reconheceu a importância de Cohen no processo de descoberta das fraudes.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
Rosangela Donadon protocolou ao DER pedido de patrolamento e encascalhamento em 35,35 km da RO-445, em Vilhena, para restaurar trafegabilidade e segurança.
Governo de Rondônia recupera Linha 67 até Rio Pardo após indicação de Alan Queiroz; DER executa patrolamento, cascalhamento e drenagem, melhorando tráfego.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.