Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
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O Ibama enfrenta críticas por embargos coletivos na Amazônia, que afetam milhares de propriedades. Investigação no Senado busca averiguar ilegalidades e encontrar soluções.
Desde o ano passado, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) vem aplicando embargos coletivos na região amazônica. Essa prática foi iniciada em consequência do Decreto 12.189/2024, que permite o embargo preventivo diante de supostas infrações ambientais em uma mesma área. Entretanto, essa abordagem é contestada por não ter respaldo no Código Florestal Brasileiro, levando à suspeita de nulidade e ilegalidade dos embargos.
As críticas se concentram nos seguintes pontos:
De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), já foram emitidos 67 editais, acarretando mais de 7 mil notificações de embargos coletivos. A maior parte das propriedades afetadas está nos estados da Amazônia Legal, como Acre, Amazonas, Pará, Mato Grosso e Rondônia. Os impactos negativos para os produtores incluem:
Em resposta a essas questões, a subcomissão CRATerras do Senado Federal foi criada em junho deste ano para investigar as ilegalidades dos embargos coletivos do Ibama e de órgãos ambientais estaduais. A subcomissão é presidida pelo senador Jaime Bagattoli e tem como relator o senador Hamilton Mourão. No dia 30 de outubro, os senadores, acompanhados de entidades e associações do setor produtivo, realizarão uma diligência em Porto Velho para verificar as condições de propriedades rurais afetadas pelos embargos.
No dia seguinte, 31 de outubro, a subcomissão se reunirá na Assembleia Legislativa de Rondônia para discutir as evidências coletadas e buscar, com a participação dos órgãos ambientais e membros do judiciário, soluções que beneficiem os produtores impactados.
Os principais objetivos da subcomissão incluem:
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
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