MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi
MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi; pioneiro na informatização e gestão institucional, deixa legado em modernização administrativa.
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Pais de alunos da Escola Cívico Militar em Porto Velho farão ato público para cobrar ação sobre denúncias de assédio sexual envolvendo um professor.
Pais de alunos da Escola Cívico Militar de Ensino Fundamental e Médio Professor Daniel Neri da Silva, localizada no Bairro Juscelino Kubitschek, na zona leste de Porto Velho, convocaram um ato público para amanhã, dia 18, das 9h às 10h, em frente à instituição de ensino. O objetivo do protesto é cobrar responsabilidades em relação a uma denúncia de assédio e abuso sexual contra um menor de idade.
A indignação dos pais é acentuada pela natureza cívico militar da escola, que, conforme seu regimento, prevê rigorosos cuidados com a segurança e bem-estar dos alunos. Além da denúncia conhecida, outras mães expressaram desconfiança de que casos semelhantes possam ter ocorrido com suas crianças, levantando preocupações sobre a segurança no ambiente escolar.
De acordo com uma mãe de um aluno autista de 13 anos, seu filho foi assediado por um professor da escola. A situação veio à tona após a mãe acessar o telefone do filho e encontrar prints de conversas em redes sociais que indicam assédio e possíveis abusos sexuais. As denúncias revelam que as agressões podem ter ocorrido desde 2024.
O caso gerou repercussão após a mãe registrar uma ocorrência policial na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) no dia 11 deste mês. Ela obteve conhecimento da situação no dia 9 de julho de 2025, quando verificou que o filho, que tem autismo nível 1, Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade, estava mantendo relações sexuais com o professor.
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) foi notificada sobre a situação e emitiu uma nota de esclarecimento, informando que o professor envolvido foi afastado de suas funções. A Seduc também comunicou que o caso está sendo monitorado pelo Conselho Tutelar e pela Polícia Civil, que tomará as medidas legais necessárias para a investigação completa do incidente.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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