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  • 19 Apr, 2026

O cometa 3I/Atlas, que passará próximo à Terra em dezembro, não representa risco de colisão, segundo novos estudos. A comunidade científica destaca a importância de compreender melhor esses fenômenos.

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O cometa 3I/Atlas, descoberto em julho deste ano por um observatório no Chile, gerou preocupação entre algumas pessoas que acreditavam que ele poderia significar o fim do mundo. O cometa, que se desloca a uma velocidade de 61 km/s em relação ao Sol, foi classificado como um “objeto próximo à Terra”. Contudo, estudos recentes indicam que não haverá risco de colisão com o nosso planeta. A trajetória do cometa, prevista para 19 de dezembro, aponta que ele não será atraído pela gravidade da Terra.

A situação envolvendo o cometa remete ao medo associado a questões ambientais, especialmente após a publicação do estudo conhecido como Limites do Crescimento, em 1970. Na época, muitos começaram a temer um apocalipse ambiental até o ano 2000, mas, mais de um quarto de século depois, especialistas afirmam que sinais de degradação estão evidentes, embora não se tenha chegado a um ponto sem retorno. A recomendação atual é continuar os estudos e enfrentar os desafios sem medo.

À medida que se aproximam as eleições de 2026, candidatos favoritos começam a se destacar nas várias regiões de Rondônia. Em Porto Velho, o ex-prefeito Hildon Chaves (PSDB) é cotado como um dos mais votados para a Câmara dos Deputados. Em Ariquemes, o atual deputado federal Thiago Flores e, em Ouro Preto do Oeste, Lúcio Mosquini (MDB) se mantêm como favoritos.

Entre os ex-prefeitos que estão obtendo boas colocações para 2026, destaca-se Jesualdo Pires em Ji-Paraná, com duas gestões bem avaliadas. Em Cacoal, a primeira-dama Joliane Furia é apontada como uma forte candidata. Em Rolim de Moura, as disputas devem envolver Expedito Junior (PSD) e Jaqueline Cassol (PP). Natan Donadon também é uma figura em evidência na cidade de Vilhena.

A janela partidária, que se abrirá em abril de 2024, permitirá que deputados estaduais e federais mudem de partido sem risco de perderem seus mandatos. Mudanças significativas são esperadas, como a saída de Lúcio Mosquini do MDB e a migração de outros parlamentares para garantir melhores condições para a disputa eleitoral. O PL, por exemplo, deverá acolher vários parlamentares que atualmente estão em outras siglas.

Na capital rondoniense, a presença do ex-prefeito Hildon Chaves pode ser desagradável para os deputados federais Coronel Chrisostomo, Cristiane Lopes e Mauricio Carvalho. Em Ji-Paraná, Jesualdo Pires se destaca como uma ameaça para seus concorrentes. em Cacoal, a disputa deverá ser mais equilibrada com Joliane Furia, Expedito Junior, Jaqueline Cassol e Natan Donadon como candidatos fortes.

Entre as lideranças em ascensão, destacam-se o delegado Camargo em Ariquemes e o deputado estadual Luís do Hospital em Jaru. No PT, os ex-prefeitos Roberto Sobrinho e Fátima Cleide (PVB), além do ex-deputado Anselmo de Jesus, são os nomes mais comentados.

Em relação a questões ambientais, a temporada do fenômeno conhecido como terras caídas ocorre na região amazônica, o que exige cautela dos ribeirinhos e pescadores. Porto Velho, por sua vez, lida com problemas de prédios abandonados que se tornaram abrigo para pessoas em situação de rua e estão contribuindo para focos de dengue e proliferação de roedores. Além disso, a BR 319, que conecta Porto Velho a Manaus, comemora seus 50 anos sem receber a devida recuperação, com lideranças locais clamando por melhorias.

Fonte das informações: Rondoniaovivo

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