Família de Porto Velho procura pinscher Chororó sumido
Pinscher preto e amarelo, Chororó, sumiu em Porto Velho na noite de 16 perto da Gazin (Av. Amazonas); foi visto rumo à Rua Daniela. Info: (69)99212-5312
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Endividamento atinge 80,2% dos lares; gastos invisíveis (assinaturas e pagamentos automáticos) corroem orçamento e elevam inadimplência, afetando renda baixa.
Apenas em fevereiro, 80,2% dos lares brasileiros estavam endividados, o maior índice da série histórica, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC). O aumento do endividamento torna mais difícil equilibrar o orçamento familiar e evidencia a contribuição de pequenos gastos recorrentes, conhecidos como “gastos invisíveis”.
Esses gastos — assinaturas pouco utilizadas, taxas em aplicativos e consumos automáticos — costumam passar despercebidos, mas, somados ao longo do tempo, reduzem a capacidade de poupar e organizam as finanças.
Os dados sobre inadimplência confirmam o impacto: mais de 81 milhões de brasileiros têm contas em atraso, aponta o Mapa da Inadimplência da Serasa. A maior concentração se encontra entre pessoas de 41 a 60 anos, parte ativa da população economicamente. O cartão de crédito lidera as pendências, com 26,8% do total, seguido por contas básicas (água, luz e gás) com 21,4%, dívidas com financeiras (20,3%) e serviços (11,6%), que incluem assinaturas de streaming, telefonia, internet e aplicativos de transporte e alimentação.
O endividamento também tem relação direta com a renda. Entre famílias que recebem até três salários-mínimos, 82,5% estão endividadas; entre as com renda acima de 10 salários-mínimos, o índice cai para 68,3%. Atualmente, o salário-mínimo é de R$ 1.621.
Especialistas do setor financeiro alertam que o principal risco dos gastos invisíveis é a frequência. Pequenas despesas recorrentes, especialmente quando pagas por cartão, deixam de ser percebidas no momento do consumo e só aparecem depois na fatura, comprometendo o orçamento sem que o consumidor note.
Eber Ostemberg, consultor de Sustentabilidade e Cooperativismo do Sicredi, afirma que “o problema não está no valor isolado, mas na frequência e na falta de controle”. Ele lembra que o cérebro tende a minimizar gastos de baixo valor, comportamento descrito como “piloto automático”, que favorece a repetição de despesas sem planejamento.
Cristiane Amaral, gerente de Educação Financeira e Liderança Cooperativista do Sicredi, exemplifica o efeito: um gasto diário de R$ 8 resulta em R$ 240 por mês ou R$ 2.880 por ano — valor que poderia ser aplicado como aporte inicial para uma viagem ou reserva de emergência.
A digitalização dos pagamentos ampliou o problema ao reduzir o custo cognitivo do gasto. Biometria, pagamentos por aproximação e cartões salvos tornam o ato de consumir emocionalmente neutro, incentivando compras mais frequentes. Essa facilidade encurta o processo decisório e diminui a percepção sobre os efeitos acumulados das pequenas despesas.
Para reduzir o impacto, especialistas recomendam a chamada “faxina financeira”: revisar assinaturas, cancelar serviços pouco utilizados e identificar cobranças recorrentes que passam despercebidas. A prática consiste em analisar detalhadamente os gastos mensais para reduzir, substituir ou eliminar aquilo que não é essencial.
Além da revisão de despesas, os consultores orientam estabelecer regras simples de controle: destinar cerca de 10% da renda para pequenos gastos de lazer e reservar entre 10% e 15% para poupança ou investimento, criando equilíbrio entre consumo e formação de reserva financeira.
Para ajudar a evitar compras por impulso, seguem cinco estratégias comportamentais recomendadas por especialistas:
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
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