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  • 19 Apr, 2026

O Rio Amazonas é considerado o segundo mais poluído do mundo por plástico, alertando para os riscos à saúde e à biodiversidade, destaca estudo da Fiocruz.

O Rio Amazonas, reconhecido como o maior do mundo em extensão e vazão, enfrenta um grave desafio: a poluição por plástico. Um estudo coordenado pela Fiocruz e pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá classificou o Amazonas como o segundo rio mais poluído do planeta. Segundo a bióloga Jéssica Melo, a contaminação das fontes de água e alimentos representa um risco significativo para a saúde das comunidades locais e da biodiversidade.

O estudo ressalta que a insegurança alimentar e hídrica, junto com os problemas de saneamento, exacerba os impactos negativos nas populações que dependem do rio. Melo afirma que a Amazônia não tem recebido a atenção científica necessária para enfrentar essa questão, o que é preocupante considerando sua importância ecológica. Ela alerta que, se a situação não for revertida, o Brasil poderá figurar no futuro como detentor do rio mais poluído do mundo.

No âmbito político, a União Progressista enfrenta divisões internas na escolha de seu candidato à presidência da República. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do União Brasil, enfrenta resistência do Partido Progressista, liderado por Ciro Nogueira. Estas tensões também são evidentes em outros estados, como no Paraná, onde a candidatura do senador Sérgio Moro não é bem recebida pelo Partido Progressista. Em Rondônia, a inelegibilidade do ex-governador Ivo Cassol abre caminho para o vice-governador Sérgio Gonçalves assumir a titularidade em abril, enquanto o governador Marcos Rocha disputa uma vaga no Senado.

Após esforços para melhorar a segurança pública em áreas afetadas pela criminalidade em Porto Velho, o governo de Marcos Rocha reportou resultados positivos. Os complexos habitacionais Orgulho do Madeira, Morar Melhor e Cristal da Calama, antes empobrecidos por conflitos entre facções, agora apresentam uma situação mais tranquila, permitindo o avanço de programas municipais e ações comunitárias.

Algumas candidaturas ao governo de Rondônia enfrentaram dificuldades e não conseguiram avançar. O deputado federal Lucio Mosquini não obteve apoio suficiente, enquanto Ivo Cassol lida com sua inelegibilidade. O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, também viu sua campanha se desmoronar, não conseguindo atrair novos apoiadores e perdendo a chance de formar uma chapa competitiva.

O atual prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, do Podemos, se encontra em uma situação financeira complicada, enfrentando uma queda de R$ 300 milhões na arrecadação. Para lidar com essa crise orçamentária, ele busca aumentar a captação de recursos federais através de emendas parlamentares.

Com as eleições de 2026 se aproximando, os governadores de Rondônia, Acre e Amazonas estão se preparando para concorrer ao Senado. Enquanto os governadores de Rondônia e Amazonas, Marcos Rocha e Wilson Viana, estão livres de impedimentos legais, o governador do Acre, Gladson Cameli, está enfrentando um julgamento por supostos desvios de recursos.

Por fim, observa-se que o governador Marcos Rocha pode estar tramando um apoio ao prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, para o CPA, o que poderia ferir seu vice-governador Sergio Gonçalves, que também manifestou seu interesse em concorrer à presidência estadual. As discussões políticas tendem a se intensificar até as convenções estaduais, e grupos em Porto Velho estão se unindo para a emancipação dos principais distritos da área.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo